Jorginho 'corneta' seu ataque e dá dicas à defesa para jogo das quartas

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Prestes a enfrentar o São Paulo nas quartas de final, neste domingo, às 18h30, o técnico Jorginho fez críticas a seu ataque no Paulistão e apontou que ele poderia estar melhor.
- O meu ataque só não está melhor porque perde muito gol, tá? (risos). Eles já estão criando as oportunidades, coisa que há um tempo atrás não vinha acontecendo - disse.
Desde que Jorginho assumiu a equipe, no empate em 0 a 0 contra o Bragantino, na décima rodada, o ataque da Lusa melhorou: fez doze gols em nove jogos, em comparação com os 11 gols nos dez jogos que o time fez sob comando de Sérgio Guedes.
Contudo, dos nove jogos com Jorginho, em cinco o ataque do time do Canindé passou em branco - diante de Bragantino, Santos, Ituano, Santo André e Noroeste. O treinador lusitano ressaltou que os jogadores ainda estão se acostumando a ele.
- É um aprendizado. Nesse período de trabalho os jogadores já oconseguiram aprender bastante ofensivamente. Acho que vão melhorar cada vez mais - opinou.
Nas quartas de final, porém, o treinador terá pela frente o ataque são-paulino, que tem jogadores velozes - como Dagoberto, Marlos e Ilsinho - e eficientes - na primeira fase, o Tricolor teve o segundo melhor ataque da competição, com 39 gols marcados.
Jorginho deu a receita para seus "pesados" defensores, Maurício e Domingos, marcarem o São Paulo.
- O segredo é a antecipação, temos que antever o lance. Se formos apostar corrida com eles, vamos perder. Mas se eles passarem pela marcação, espera vir a cobertura e recompõe a marcação depois. Sempre tem de haver mais de um jogador na marcação - resumiu.
Sobre a situação de estar disputando o segundo mata-mata da carreira como técnico pelo clube onde começou no futebol, o técnico viu a situação com naturalidade.
- Normal. Sei que só dois resultados vão acontecer: ou nós vamos passar, ou vamos parar. Não dá para falar em título antes desse jogo, não posso falar do futuro. Não adianta eu querer falar em sonho, porque não é o momento para isso. Mas é lógico que a Portuguesa, por ter sido onde comecei, é especial para mim - concluiu Jorginho.
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