Internacional guarda boas recordações de estádio com gramado sintético

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O Internacional encara o Juan Aurich (PER), nesta quinta-feira, às 19h45, no gramado sintético do Elías Aguirre, o que representa grande preocupação para o Colorado, que precisa da vitória para se garantir nas oitavas de final da Copa Santander Libertadores. Mas o Inter guarda boas recordações de um campo com gramado sintético: em 2010, o Inter derrotou o Chivas (MEX), no Omnilife, por 2 a 1, no primeiro jogo da final da Libertadores que seria conquistada pelo clube gaúcho.
Bolívar e Giuliano marcaram os gols daquele triunfo que deixou encaminhada a conquista do bicampeonato da maior competição sul-americana para o Internacional. Além do zagueiro, que substituirá o suspenso Rodrigo Moledo nesta quinta, outros quatro jogadores que estiveram em campo naquela oportunidade serão titulares diante do Juan Aurich: Nei, Índio, Kleber e D'Alessandro. Já o volante Guiñazu será opção para o decorrer do confronto. Conhecimento de sobra para atuar no Elías Aguirre, apesar de as condições do gramado do estádio da equipe peruana serem bem diferentes das vistas no Omnilife, conhecido pela sua qualidade, assim como revelou Nei.
- No México era um sintético mais adequado, já o dessa vez quase não tem condição de jogo. É um piso muito baixo - destacou o camisa 4 colorado ao LANCENET!.
No início da noite desta quarta-feira (horário de Brasília), o Internacional fez o reconhecimento do Elías Aguirre e sentiu na pele o que terá de enfrentar nesta noite.
Dorival Júnior, técnico colorado, preferiu não entrar em polêmica e destacou que primeiro o Inter tem de se preocupar é com o Juan Aurich, apesar de ter deixado claro que essa não é a sua única dor de cabeça.
- O nosso principal adversário será o Juan Aurich, não o vento ou o gramado. Mas obviamente vamos ter que procurar a adaptação rápida a estes fatores naturais também - destacou o treinador.
Nei, por sua vez, destacou as dificuldades que o Inter terá pela frente no gramado sintético do Elías Aguirre, que não recebe o tratamento adequado.
- Muda tudo. A bola "pinga" diferente, não estamos acostumados a jogar em um piso assim. E vamos atuar em um gramado sintético com bola de futebol de campo, o que dificulta ainda mais - disse Nei, que não vê o fato de alguns jogadores já terem atuado em um estádio como gramado sintético, assim como ele.
- Eu creio que a motivação vem de dentro de cada um. Será um jogo em que todos vão entrar motivados por si só. São situações diferentes, mas precisamos estar bem concentrados, pois será um jogo que não estamos acostumados.
Será que o Internacional celebrará mais uma vez uma importante vitória em um campo de gramado sintético?
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