Estudo revela que aeroportos não ficam prontos para a Copa
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O estudo elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), neste mês, é um balde de água fria nas pretensões brasileiras de reforma nos aeroportos para a Copa. Dentre os dados está o de que de 2003 a 2010, estavam previstos para a Empresa Brasileira de Infraestru-
tura Aeroportuária (Infraero) recursos no valor de R$ 7,5 bilhões. Mas foram repassados apenas R$ 3,3 bilhões desse total ou 44% do previsto.
Por essa linha de raciocínio, a Infraero, responsável pelos aeroportos do País, terá para investir nas reformas apenas R$ 2,3 bilhões do total planejado (R$ 5,2 bilhões). O que inviabilizaria a conclusão das obras, de acordo com o estudo detalhado ontem durante o seminário sobre grande eventos esportivos, promovido pelo Tribunal de Contas da União, em Brasília.
Outro dado apontado pelo Ipea é o de que entre a elaboração do projeto, licenciamento e o término das obras são necessários sete anos e meio. E, com isso, em 2014, somente dez dos 13 terminais em reformas estariam concluídos a tempo das disputas.
Por fim, o documento, revela que, mesmo se tudo ficasse pronto, somente três aeroportos (Tom Jobim, no Rio, Campinas e Manaus) estariam operando dentro da capacidade desejada. Os demais já estariam defasados e precisariam de novas reformas.
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