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Muita confusão e correria, no Engenhão, no primeiro dia de vendas para o clássico de domingo entre Vasco e Flamengo. Enquanto a comercialização transcorria de forma tranquila do lado vascaíno, muitos problemas aconteciam do lado rubro-negro. No final da manhã desta quinta-feira, os torcedores se aglomeravam nos guichês de vendas, sem respeitar filas ou ordens para comprar. Segundo alguns relatos, os cambistas eram os responsáveis pela confusão.
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Mesmo com a desorganização generalizada, três patrulhas da PM assistiam o fato sem intervir. A reportagem do LANCENET! questionou os policiais sobre o porquê da falta de ação na bagunça que tomava conta das bilheterias e os mesmos alegaram falta de contingente e a espera de reforços que já estariam a caminho do local.
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Com a chegada do quarto carro, os policiais iniciaram a organização de forma contida, recorrendo a alertas e esclarecimentos, sem truculência. Porém, não sendo atendidos pelos torcedores, optaram pela alternativa de usar a força. Com sprays de pimenta e bombas de gás lacrimogêneo, o policiamento dispersou a multidão.
A confusão fez com que a PM tomasse o controle da situação. Após comunicar que as vendas estavam canceladas e só seriam retomadas caso a empresa responsável pela comercialização dos bilhetes enviasse ao local representantes que assumissem a organização, o Capitão Boechat, comandante responsável pelo policiamento na região, decidiu liberar o reinício das vendas após constatar que a situação estava controlada.
Quando resolveu assumir o controle do acesso dos torcedores às bilheterias, a PM supriu a ausência dos verdadeiros responsáveis que, legalmente, são o mandante do jogo, no caso, o Vasco e a empresa contratada pelo clube para realizar as vendas, a Futebol Card.
Questionado sobre a presença de alguma pessoa ligada a empresa, o comandante confirmou a chegada, mas afirmou que a mesma se encontrava no interior dos guichês de venda.
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