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Colorados mantêm tradição e dizem: 'Professor Fernandão'


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Com pouco mais de uma semana na profissão de treinador, Fernandão aos poucos vai observando as mudanças à sua volta. A principal – claro, depois das mudanças de função diretas – é a dos antigos colegas e comandados na nomenclatura: ele passou a ser o 'professor'. Mesmo aqueles que jogaram com ele, como Bolívar, líder do elenco, que o fez ao comentar uma questão sobre os zagueiros e a titularidade.

O tratamento chama a atenção ao ser proferido da boca dos atletas. O primeiro foi Índio, na última semana. O segundo foi Bolívar, nesta terça-feira. Ambos ex-companheiros do jogador nas conquistas de 2006, o primeiro na Libertadores e no Mundial, e o segundo só na competição continental.

- A gente sabe que agora ele está em um cargo diferente do relacionamento com o diretor. Ele é um treinador, e temos que ter o respeito. Mesmo sabendo que o conhecemos muito bem e jogamos com ele. Essa hierarquia levamos à risca dentro do vestiário. Tem que tratar desta maneira, tem que ser desta forma – disse.

Na última semana, o próprio treinador achou engraçado quando os jornalistas utilizaram a expressão para introduzir as perguntas na entrevista coletiva. Índio, quando comentou sobre a expressão, riu também ao falar sobre o assunto antes de deixar a sala de entrevistas do CT do Parque Gigante.

- Tem que ser assim agora – disse rapidamente Índio.

A proximidade dos jogadores não muda a rigidez no tratamento. Além da dupla, o goleiro Renan e o volante Guiñazú jogaram com Fernandão nos tempos de centroavante goleador. Com 34 anos, o técnico é um o mais novo do Brasileirão.

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