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Capitão corintiano defende profissionalização de árbitros

Nelson Mandela entre o sul-afirano Pienaar e o norte-americano Guzan (FOTO: Debbie Yazbek/Nelson Mandela Foundation/EFE)
imagem cameraNelson Mandela entre o sul-afirano Pienaar e o norte-americano Guzan (FOTO: Debbie Yazbek/Nelson Mandela Foundation/EFE)
Dia 27/10/2015
21:25

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Desde o polêmico pênalti do cruzeirense Gil em Ronaldo na vitória corintiana por 1 a 0, no último sábado, a arbitragem é um dos assuntos principais no CT Dr. Joaquim Grava.

Perguntado sobre o que esperava da atuação de Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS) na partida entre Vitória e Corinthians, no próximo domingo, no Barradão, William se esquivou da avaliação. Altemir Hausmann (Fifa-RS) e Julio Santos serão os auxiliares. 

Segundo o experiente capitão alvinegro, o problema dos árbitros é outro.

- Não gosta de ficar focando em árbitro. Tinha falado isso do jogo contra o Cruzeiro: o que me preocupa é a morosidade de profissionalizar (os árbitros). Isso está atrasado demais

William sonha com título antecipado

Por não ter vínculo empregatício com nenhum lugar e, consequentemente, não ter carteira profissional assinada, é comum os árbitros conciliarem o apito com outras funções para garantir o sustento.

- Se não me engano, o árbitro é o único que não é profissional do espetáculo. Precisa de ter essa condição e se dedicar exclusivamente a essa profissão. Aí poderá ser mais cobrado também.

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