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Bruno Senna aprova treino pela Renault na Hungria

Dia 27/10/2015
21:13

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Piloto reserva da Renault, Bruno Senna pôde sentir nesta sexta-feira um carro bem diferente em relação ao que ele guiou nos testes de inverno em Jerez de la Frontera. Após meses de evolução do modelo R31, Bruno teve a chance de testar o carro no primeiro treino livre do fim de semana do GP da Hungria e ele se mostrou satisfeito com o que fez, apesar de toda uma readaptação ao Kers e à asa móvel.

- Foi interessante, claro que teve um pouco de sobrecarga com o Kers e o DRS, mas depois de algumas voltas eu já estava acostumado. O mais difícil foi me adaptar com os pneus. Quando eu já estava adaptado ao Kers e ao DRS, os pneus traseiros já haviam ido embora. A gente fez as voltas de instalação para checar algumas coisas no carro e com isso o pneu perdeu temperatura. Quando entrei no primeiro run direito, o pneu estava um pouco frio ainda. Algumas coisas não foram perfeitas, mas ajudei nas possibilidades com a degradação do pneu até que foi um trabalho bom. Gostaria de estar mais perto do Vitaly, mas quando tiver outra chance no futuro, terei um treino mais previsível - disse Senna.

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De fato, Bruno exaltou como uma equipe como a Renault conseguiu evoluir um carro após meses de trabalho:

- O carro está muito diferente, principalmente no controle do acelerador, a estabilidade do carro no meio da curva, na transição da freada para a aceleração, o carro tem mais downforce, é mais estável. Fizeram uma boa evolução em termos de controle. Conheço os procedimentos da equipe, toda vez que eles me pedem para fazer uma coisa não preciso pensar duas vezes. Mesmo quando eles me pediram alguma coisa em cima da hora eu consegui fazer. Tive pouquíssimos erros de procedimento. Tentaram me sobrecarregar um pouco para ver se eu fazia besteira, e no fim das contas foi um trabalho consistente. Isso conta ponto.

Por fim, o piloto brasileiro não pestanejou ao comentar as diferenças entre o carro da Renault e a cadeira elétrica que ele teve nas mãos na sua primeira temporada na Fórmula 1, no ano passado, pela Hispania.

- É outro esquema, você pode atacar em todas as curvas, carregar mais velocidade em todos os lugares e a freada é mais estável. Mesmo com um pneu diferente do Bridgestone, o carro continua dando mais confiança, mesmo com o pneu degradado. O circuito é difícil, o treino estava com as zebras molhadas ainda, com vários pilotos saindo da pista, então não estava arriscando demais para não fazer besteira. Dentro disso aí, foi interessante. O importante é que eu me diverti e consegui ajudar no acerto do carro - finalizou.


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