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Aldo comenta relação com cinturão e avisa: 'Quem tentar, vai se dar mal'


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Poucas coisas amolecem tanto o coração de um temido lutador de MMA quanto a peça mais desejada de uma organização: o cinturão. Alcançar o topo e ser o dono do título mais cobiçado do mundo das lutas é algo ainda mais valioso. No dia 20 de novembro de 2010, Jose Aldo recebeu das mãos do presidente Dana White o cinturão dos penas do UFC após a extinção do WEC, evento onde já era o campeão. Prestes a defender seu bem precioso pela quinta vez, quando enfrentar Chan Sung Jung - também conhecido como Zumbi Coreano - no UFC 163, que acontece no dia 3 de agosto, no Rio de Janeiro, o atleta da Nova União falou ao LANCE!Net sobre sua relação com o cinturão.

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Mais do que um casamento com o título, Aldo trata a peça como parte de sua família. Um "filho", como ele mesmo a classifica. A peça tem lugar de destaque em sua casa e ganha chamego do lutador sempre que o mesmo passa por ela.

- Isso aqui (apontando para o cinturão) é o meu filho. É um caso de pai e filho. Trato muito bem e dou carinho sempre. Já fiz até o meu quadro lá em casa, para que eu possa ficar olhando para ele. Tenho muito carinho e, meu irmão, quem tentar roubar, com certeza vai se dar mal - decretou o campeão peso-pena, que enfrentaria Anthony Pettis, mas viu um novo adversário aparecer após a lesão do americano.

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Quem também se tornou campeão - mas, em uma outra ocasião, sem cinturão - foi Leo Santos, companheiro de treinos do manauara. No TUF Brasil 2 Finale, que aconteceu em Fortaleza, no último dia 8, o amigo de Jose Aldo se tornou o campeão da segunda temporada do The Ultimate Fighter Brasil ao vencer William Patolino. Em um momento emocionante, Leo homenageou Aldo no octógono após a vitória.

- Foi um momento espetacular para nós. A gente já vinha trabalhando muito. Ele se superou, fez uma apresentação espetacular na final e, na minha opinião,  saiu vencedor contra o argentino na semifinal. Ele mostrou que é um guerreiro e um campeão. Foi provado que, quem pensar menos dele, ele provará o contrário - afirmou.

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Ao ser perguntado se achou que o favoritismo de William Macario fortaleceu Leo Santos, Jose Aldo não pensou duas vezes na hora de declarar sua respostas. Na sua opinião, ser o "azarão", motivou o companheiro.

- O fato de o Patolino ter sido o favorito ajudou muito. Aquilo gratificou ainda mais o resultado. A cabeça do Leo estava tranquila. Eles treinaram juntos dentro da casa. Eles se conheciam, mas o Leo sabia que era muito melhor do que ele. Tanto na parte em pé quanto no chão. Onde a luta caísse, ele estava treinado para lutar. Com o Patolino, sim. Todo mundo fez ele achar que era o número um. Mas, não. Ali é uma luta. Cada um tem seu time, treinou na sua academia. Achei justa a vitória do Leo. Ele mereceu e foi melhor - finalizou.

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