Al Ahly poderá homenagear mortos de Port Said no Mundial

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O clube egípcio Al Ahly conseguiu a aprovação da Fifa para que seus jogadores possam disputar o Mundial de Clubes, neste mês de dezembro no Japão, com braçadeiras negras em seus uniformes. A medida é uma homenagem aos 72 torcedores mortos na tragédia de Port Said, em fevereiro deste ano, durante o clássico local contra o Al-Masry.
Devido ao ocorrido, a Liga Egípcia acabou suspensa e os jogadores do Al Ahly tiveram muita dificuldade para voltar à rotina de treinos. Mesmo assim, o atacante Gedo afirmou que a tragédia fez com que o clube fizesse um pacto para buscar o título africano.
- A temporada inteira foi uma provação. O drama de Port Said foi dificílimo de ser superado. Fui pessoalmente afetado e tivemos muita dificuldade para retomar normalmente nossas atividades. A única coisa que nos fez voltar a campo foi a promessa que fizemos às famílias das vvítimas, de vencer a Liga dos Campeões da África para honrar a memória desses mártires - disse o atacante do Al Ahly, Gedo, em entrevista ao site da Fifa.
Na opinião do atacante embora o título não seja capaz de substituir a perda de um ente querido, ao menos serviu para confortar as famílias atingidas pela tragédia.
- Embora nada substitua um filho perdido, tomara que esse título mostre às famílias que as vítimas não perderam a vida à toa. É o mínimo que se pode fazer por elas - disse Gedo.
O Al Ahly poderá ser o adversário do Corinthians na semifinal do Mundial de Clubes. O time do Egito ainda aguarda para conhecer o seu adversário na estreia, que será o vencedor do duelo entre Sanfrecce Hiroshima (JAP) e Auckland City (NZL).
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