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Thiago Wild encara McDonald por vaga na última rodada do US Open

Ex-top 60 mundial, brasileiro busca avançar à rodada final do qualificatório do US Open

PorJoanna ColaçoRio de Janeiro (RJ)
26/08/2026 11:43

Supervisionado porThiago Fernandes,
Thiago Wild no quali do Australian Open (Foto: Reprodução)
Thiago Wild no quali do Australian Open (Foto: Reprodução)

O brasileiro Thiago Wild entra em quadra nesta quarta-feira (26) pela segunda rodada do qualificatório do US Open. Atual número 198 do mundo e ex-integrante do top 60, o paranaense busca avançar à fase final da chave prévia do Grand Slam disputado em Nova York.

Depois de uma estreia dominante, Wild terá pela frente o norte-americano Mackenzie McDonald, atual 146º colocado do ranking da ATP e que já chegou a ocupar a 37ª posição. O confronto será o terceiro jogo da quadra 11, com previsão de início por volta das 15h15 (de Brasília).

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Thiago Wild minimiza impacto de possível grande campanha

Em entrevista ao canal Brasil no Tênis, Thiago Wild também falou sobre a possibilidade de alcançar um resultado expressivo no US Open. Apesar de reconhecer a importância de uma grande campanha, o brasileiro afirmou que um eventual sucesso nas quadras não mudaria sua maneira de enxergar a vida.

Para Wild, o tênis é apenas uma parte de sua rotina e existem aspectos pessoais que têm um peso ainda maior. O brasileiro destacou que, independentemente do resultado em Nova York, pretende manter seus hábitos e aproveitar o tempo ao lado da família.

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— A vida não é só tênis, tem muita coisa fora do tênis que vale mil vezes mais do que ganhar o torneio. É um feito, é top, top! Nunca vou esquecer. Vou falar disso pelo resto da minha vida, mas vai mudar quem eu sou, quem eu quero ser? Eu vou continuar jogando tênis, indo pescar, fazendo churrasco — afirmou.

O tenista ainda explicou que seus objetivos dentro do esporte continuam sendo importantes, mas não são suficientes para definir quem ele é. Segundo Wild, conquistar um grande resultado seria marcante, mas não alteraria suas prioridades fora das quadras.

— Acabou a gira? Tudo que eu quero é ir para casa, fazer um churrasco com minha família, aproveitar um final de semana com meus pais, minha namorada, meus tios. Minha família tem um peso muito maior para mim. Tenho objetivos, tenho metas, tenho sonhos e trabalho para isso. Se não, não estaria aqui no US Open.

Thiago Wild comemora ponto
Thiago Wild comemora ponto (Foto: Reprodução)

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Brasileiro destaca importância de manter os pés no chão

Wild também comentou sobre a possibilidade de deixar Nova York sem alcançar o resultado que deseja. O brasileiro reconheceu que uma eliminação naturalmente traria frustração, principalmente porque não gosta de perder, mas ressaltou que isso faz parte da carreira de um atleta.

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— Depois eu volto aqui e não consigo o que eu desejo. Vou voltar como? Decepcionado? Óbvio que vou voltar triste, eu odeio perder. Mas não vou voltar para casa faltando um dedo da mão. Vou voltar a treinar e ir para o meu próximo torneio.

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