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Estados Unidos x Bélgica – Palpites, análise e odds (28/03)

Confira os palpites e informações do Amistoso Internacional entre Estados Unidos x Bélgica

Pedro Prado
Goiânia (GO)
Dia 26/03/2026
15:41

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A Seleção dos Estados Unidos recebe a Seleção da Bélgica no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, no sábado, 28 de março de 2026, em amistoso internacional que serve como um grande teste para a Copa do Mundo. Com a abertura do torneio marcada para 11 de junho, esta é a penúltima janela de preparação disponível para ambas as seleções antes da definição de seus elencos finais.

A partida tem peso para ambas as equipes. Para os americanos, anfitriões do Mundial, é a chance de medir a evolução contra uma potência europeia. Para os belgas, que terminaram em terceiro lugar na Copa de 2018 e passam agora por uma transição geracional, o duelo funciona como teste de identidade sob o comando de Rudi Garcia. O clima em Atlanta promete grande público e expectativa elevada.

+18. Aposte com responsabilidade. Odds sujeitas a alterações. 

Análise da partida

Os Estados Unidos chegam embalados por uma sequência de três vitórias consecutivas e cinco jogos de invencibilidade, encerrada com a goleada por 5 x 1 sobre o Uruguai em novembro de 2025. Sob o comando de Mauricio Pochettino, a seleção americana tem um retrospecto de oito vitórias, duas derrotas e dois empates nos últimos 12 jogos do ano passado.

O desempenho ofensivo tem sido notável. Nos últimos cinco amistosos, a equipe marcou 12 gols e sofreu apenas quatro. Outro dado relevante: os EUA não sofreram gols no segundo tempo em seus seis últimos jogos, sinal de maturidade tática e solidez defensiva nos momentos decisivos das partidas.

Entretanto, há pontos de melhoria. Os americanos não vencem uma seleção europeia desde o triunfo por 2 x 1 sobre a Irlanda do Norte em amistoso de 2021. Em seus últimos seis confrontos contra equipes da UEFA, acumularam apenas derrotas. Superar essa barreira contra a Bélgica seria um marco psicológico importante a menos de três meses do Mundial.

No ranking da FIFA, os EUA ocupam a 15ª posição. No sorteio da Copa do Mundo, foram alocados no Grupo A, onde enfrentarão Paraguai, Austrália e o vencedor do playoff europeu C (que inclui Eslováquia, Kosovo, Turquia e Romênia). Todos os jogos da fase de grupos dos americanos serão disputados no SoFi Stadium, em Inglewood, Califórnia.

A Bélgica, por sua vez, ocupa a nona posição do ranking mundial. Os Red Devils se classificaram para o Mundial sem perder, terminando na liderança do Grupo J das eliminatórias europeias, com cinco vitórias e três empates. Sob o comando de Rudi Garcia, a seleção perdeu apenas um jogo desde janeiro de 2025: a derrota por 3 x 1 para a Ucrânia.

Os belgas também atravessam bom momento fora de casa, com quatro jogos de invencibilidade como visitantes nas eliminatórias. O time de Garcia encerrou sua campanha classificatória com uma goleada por 7 x 0 sobre Liechtenstein, mostrando grande domínio.

Na Copa do Mundo, a Bélgica integra o Grupo G ao lado de Egito, Irã e Nova Zelândia. Embora o grupo pareça acessível no papel, a indefinição em torno da participação do Irã gera incerteza sobre a composição final da chave.

Outros palpites para Estados Unidos x Bélgica

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Confrontos diretos

O retrospecto geral entre as duas seleções pende claramente para o lado belga. Em seis confrontos na história, a Bélgica venceu cinco e os EUA apenas um. A única vitória americana aconteceu na estreia da Copa do Mundo de 1930, no Uruguai, quando os Yanks aplicaram 3 x 0, com hat-trick de Bert Patenaude, autor do primeiro hat-trick da história das Copas.

O encontro mais recente, e também o mais marcante, ocorreu nas oitavas de final da Copa de 2014, no Brasil. A Bélgica venceu por 2 x 1 na prorrogação, com gols de Kevin De Bruyne e Romelu Lukaku. Naquele jogo, o goleiro Tim Howard realizou 16 defesas — recorde para uma partida de Copa do Mundo —, mas não conseguiu impedir a eliminação americana.

A única vez que as seleções se enfrentaram em solo americano foi em maio de 2013, em Cleveland. A Bélgica venceu por 4 x 2. Portanto, o duelo de sábado marca o retorno de uma rivalidade adormecida há quase 12 anos e será o sétimo encontro da história entre as duas equipes.

Notícias de Estados Unidos x Bélgica

Estados Unidos

Pochettino convocou 27 jogadores para esta janela, que inclui também o amistoso contra Portugal no dia 31 de março. A lista é liderada por Christian Pulisic (82 jogos, 32 gols pela seleção), que retorna após não ter sido utilizado na janela de novembro de 2025. Weston McKennie (Juventus) e Chris Richards (Crystal Palace) também voltam ao grupo.

As ausências são significativas. Tyler Adams, volante do Bournemouth, ficou de fora por conta de uma lesão no ligamento colateral medial. Sergiño Dest sofreu uma lesão muscular na coxa com o PSV no início de março e precisará de quatro a seis semanas de recuperação. Haji Wright, que havia sido eleito o melhor jogador do mês na Championship inglesa, se lesionou na virilha e também está fora.

O goleiro Roman Celentano foi retirado da lista para evitar o risco de agravamento de lesão, sendo substituído por Patrick Schulte, do Columbus Crew. A boa notícia é o retorno de Antonee Robinson, lateral do Fulham, que não atua pela seleção desde novembro de 2024 devido a uma cirurgia no joelho.

Giovanni Reyna (Borussia Monchengladbach) é outra presença que gera debate. O meia disputou apenas 26 minutos em jogos de clube desde o início de 2026, sem nenhum gol ou assistência pelo Borussia M'gladbach na temporada. Sua inclusão se sustenta pela boa janela de novembro, quando marcou contra o Paraguai e deu assistência na goleada sobre o Uruguai.

Escalação provável dos EUA (4-2-3-1): Matt Freese; Alex Freeman, Chris Richards, Tim Ream e Antonee Robinson; Weston McKennie e Johnny Cardoso; Tim Weah, Brenden Aaronson e Christian Pulisic; Folarin Balogun. Técnico: Mauricio Pochettino.

Bélgica

Rudi Garcia convocou inicialmente 28 jogadores, incluindo três estreias: o meia Nathan De Cat (Anderlecht), de apenas 17 anos, o ponta Mika Godts (Ajax) e o atacante Lucas Stassin (Saint-Étienne). A chegada desses jovens sinaliza que Garcia quer testar opções antes de bater o martelo sobre o elenco do Mundial.

Contudo, a Bélgica sofreu baixas importantes. Romelu Lukaku, maior artilheiro da história da seleção com 89 gols em 124 jogos, se retirou da convocação para priorizar a recuperação física. O atacante do Napoli enfrentou uma grave lesão muscular na coxa desde agosto de 2025 e disputou apenas sete partidas na temporada, totalizando míseros 64 minutos em campo.

Thibaut Courtois, goleiro titular do Real Madrid, sofreu uma lesão muscular na coxa durante partida pela Champions League e ficará fora por até seis semanas. Hans Vanaken (Club Brugge) e Leandro Trossard (Arsenal) também foram cortados por problemas físicos.

Kevin De Bruyne, capitão da equipe, retornou recentemente de uma lesão na coxa que o afastou de outubro de 2025 até março de 2026. Pelo Napoli, ele tem quatro gols em dez jogos na Serie A, mas acumula apenas 715 minutos na temporada. Seu condicionamento físico será monitorado de perto.

Escalação provável da Bélgica (4-3-3): Matz Sels; Thomas Meunier, Brandon Mechele, Arthur Theate e Timothy Castagne; Youri Tielemans, Nicolas Raskin e Kevin De Bruyne; Alexis Saelemaekers, Charles De Ketelaere e Jeremy Doku.

Destaques individuais de Estados Unidos x Bélgica

Jogador destaque · Estados Unidos
Christian Pulisic
Atacante / Meia · 27 anos · AC Milan
32
Gols pela seleção americana em 82 jogos
9
Gols em todas as competições pelo Milan na temporada 2025/26
7,22
Nota média FotMob na Serie A, entre os melhores atacantes do campeonato
53%
Precisão de finalizações no alvo na Serie A nesta temporada
Jogador destaque · Bélgica
Kevin De Bruyne
Meia · 34 anos · Napoli
36
Gols pela seleção belga em 115 jogos, segundo maior artilheiro da história da Bélgica
4
Gols em dez jogos na Serie A pelo Napoli em temporada prejudicada por lesão
7,22
Nota média FotMob, mantendo nível de elite mesmo com poucos minutos
715
Minutos disputados na Serie A, resultado de lesão na coxa que o afastou de outubro a março

Os Técnicos

Mauricio Pochettino assumiu o comando da seleção americana com a missão de transformar um grupo talentoso, mas irregular, em uma equipe competitiva para a Copa do Mundo em casa. Os resultados recentes indicam que o projeto está dando frutos. Pochettino implementou um estilo de jogo baseado em pressão alta, transições rápidas e flexibilidade tática, alternando entre formações com três e quatro zagueiros.

A marca registrada de Pochettino é a intensidade sem bola. Sua equipe recuperou a posse no terço ofensivo com frequência nos últimos amistosos, forçando erros de adversários de peso como Uruguai e Japão. O treinador também demonstrou coragem ao confiar em jovens como Alex Freeman e Sebastian Berhalter, ambos decisivos na goleada sobre o Uruguai.

Rudi Garcia chegou à seleção belga em janeiro de 2025 após passagens por Lille, Roma, Marseille, Lyon, Al-Nassr e Napoli. Esta é sua primeira experiência como técnico de seleção. Garcia precisou administrar o fim da era dourada belga, ao mesmo tempo em que mantém nomes como De Bruyne e Lukaku como referências do grupo.

O trabalho de Garcia tem sido consistente nos resultados: apenas uma derrota em mais de um ano de comando. Ele optou por um 4-3-3 como formação principal, com De Bruyne em posição de meia central, com liberdade para criar. A inclusão de três jogadores sem experiência internacional nesta convocação mostra que Garcia ainda busca peças para completar o grupo antes do Mundial.

Análise Tática

Os Estados Unidos devem se posicionar em um 4-2-3-1, sistema que Pochettino utilizou com frequência nos últimos amistosos. A dupla de volantes formada por McKennie e Cardoso (ou Tessmann) tem a função de proteger a linha defensiva e, ao mesmo tempo, abastecer os meias ofensivos com passes verticais.

A principal arma tática dos americanos está nas transições. Pulisic e Weah possuem velocidade para explorar os espaços deixados pela linha defensiva belga, especialmente quando Meunier e Castagne avançam pelas laterais. Balogun, como referência central, oferece mobilidade e presença na área.

A Bélgica, por sua vez, deve alinhar um 4-3-3, com De Bruyne como regista criativo no meio-campo. A presença de Doku pelo lado esquerdo é a principal ameaça individual dos belgas. O ponta do Manchester City tem velocidade explosiva e capacidade de drible que podem causar problemas para a lateral direita dos EUA.

O confronto tático central estará no meio-campo. Os americanos tentarão impor intensidade e pressão alta, enquanto os belgas buscarão controlar a posse e explorar a qualidade técnica de De Bruyne para criar situações de finalização. A ausência de Lukaku obriga Garcia a improvisar no centro do ataque, possivelmente com Openda ou De Ketelaere, jogadores com características diferentes do centroavante clássico.

Uma fragilidade dos EUA que a Bélgica pode explorar é a saída de bola pressionada. Quando forçada a construir desde trás, a equipe americana cometeu erros em jogos contra Coreia do Sul e Equador. Se Raskin e Tielemans conseguirem pressionar os zagueiros e volantes dos EUA, há potencial para recuperações perigosas no terço ofensivo belga.

Prognóstico de placar exato para Estados Unidos x Bélgica

🎯 Previsão de Placar
Estados Unidos 2 x 1 Bélgica
Os Estados Unidos vivem bom momento sob comando de Pochettino, com três vitórias seguidas e a confiança elevada, especialmente atuando em casa. Já a Bélgica chega desfalcada de peças importantes e com De Bruyne ainda sem ritmo, além de sofrer com falta de entrosamento e o desgaste da viagem. Apesar do histórico favorável aos belgas, a equipe americana atual se mostra mais competitiva, com energia, profundidade e o apoio da torcida.
  • Os EUA venceram três jogos consecutivos e estão invictos há cinco partidas, todas contra seleções classificadas entre as 40 melhores do mundo
  • A Bélgica perdeu Lukaku, Courtois e Trossard para esta janela, além de Hans Vanaken, enfraquecendo opções ofensivas e defensivas
  • Os americanos não sofreram gol no segundo tempo em nenhuma das últimas seis partidas, sinal de solidez defensiva
  • Kevin De Bruyne disputou apenas 715 minutos na temporada e voltou de lesão há menos de três semanas, limitando seu tempo em campo
A análise aponta vitória dos Estados Unidos por 2 a 1. A equipe deve sair na frente no primeiro tempo, possivelmente em transição rápida com Pulisic ou Weah. A Bélgica pode empatar com jogada individual de Doku ou De Ketelaere, mas os americanos tendem a garantir o triunfo na segunda etapa, aproveitando o desgaste rival. Com forte intensidade, elenco mais descansado e apoio da torcida, os EUA têm boas condições de vencer e ganhar confiança antes da Copa do Mundo.

Resumo dos palpites do Lance para Estados Unidos x Bélgica

Melhor palpite do jogo: Christian Pulisic marcar a qualquer momento – Odd 3,10

Palpite alternativo: Ambas as equipes marcam – Odd 1,58

Palpite alternativo 2: Menos de 3,5 cartões – Odd 1,62

Palpite alternativo 3: Primeiro tempo mais produtivo – Odd 2,80

Palpite de placar exato: Estados Unidos 2 x 1 Bélgica – Odd 9,50

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