Vôlei: atleta do Minas tem lesão confirmada e passará por cirurgia
Atleta teve ruptura no ligamento cruzado anterior em jogo contra o Fluminense

O Minas Tênis Clube confirmou a lesão da oposta Amanda Marques, integrante da equipe na Superliga feminina de vôlei. A atleta se lesionou durante o confronto com o Fluminense, na última sexta-feira (31). A lesão foi no ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho esquerdo.
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Amanda Marques está em acompanhamento médico e passará por uma cirurgia nos próximos dias. A lesão foi confirmada por exames de imagem. Assista ao momento da lesão:
Lesão muito preocupante de Amanda Marques, do Minas#voleinosportv #vbtv pic.twitter.com/GCB6lKainZ
— João Batista Jr. (@joaobljr) October 31, 2025
Confira a nota do Minas na íntegra
"O Minas Tênis Clube informa que a oposta Amanda Marques sofreu a ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho esquerdo."
"A lesão ocorreu na última sexta-feira (31/10), durante a partida entre Gerdau Minas e Fluminense pela Superliga Feminina, e foi confirmada nesta segunda-feira (3/11) após a realização de exames de imagem."
"A atleta será submetida a cirurgia nos próximos dias e seguirá sob os cuidados do departamento médico do Minas, liderado pelo médico Dr. Rodrigo Vaz e o fisioterapeuta Ricardo Alves Pereira."

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O que é a lesão no LCA que atinge Amanda Marques?
O LCA é um dos chamados contentores primários do joelho, um ligamento que impede o deslocamento da tíbia para a frente. A ruptura é a descontinuidade total ou parcial de suas fibras e ocorre, geralmente, por trauma de torção, como uma mudança brusca de direção, desaceleração abrupta, aterrissagem incorreta após um salto, ou contato direto. A lesão gera instabilidade no joelho e, se não for tratada rapidamente e de forma adequada, pode acarretar outras contusões estruturais ainda mais graves.
O tratamento padrão é a reconstrução cirúrgica, através do enxerto de tecido retirado de outra região do corpo do atleta, como tendão patelar, que varia conforme a técnica empregada pelo cirurgião. O tempo de recuperação é longo: em média, 9 a 12 meses para retorno ao esporte de alto rendimento. A cirurgia é sucedida por fisioterapia, com foco em controle de dor, e, por fim, a volta gradual à prática.

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