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Brasil 'segura pressão dos EUA' e se mantém no topo das redes

Estratégia digital e ouro inédito levam Brasil ao topo do engajamento global

Supervisionado porThiago Fernandes,
Dia 24/02/2026
17:55
Atualizado há 5 minutos
A brasileira Nicole Silveira compete no skeleton nos Jogos Olímpicos de Inverno Milao-Cortina 2026 Foto: Gabriel Heusi/COB
imagem cameraA brasileira Nicole Silveira compete no skeleton nos Jogos Olímpicos de Inverno Milao-Cortina 2026 (Foto: Gabriel Heusi/COB)

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As Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina 2026 entraram para a história do esporte brasileiro por dois motivos fundamentais: o pódio inédito e um aumento nas plataformas digitais. O Time Brasil encerrou sua participação não apenas com a melhor campanha técnica de todos os tempos, mas consolidado como o comitê olímpico mais seguido do mundo no Instagram.

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Um dos grandes destaques da campanha foi a manutenção da liderança global no Instagram, superando a potência dos Estados Unidos. Mesmo com a delegação americana investindo pesado em influenciadores de renome (como Snoop Dogg) e uma enxurrada de medalhas, o engajamento do torcedor brasileiro falou mais alto.

Lucas Pinheiro Braathen reage após a segunda descida do slalom gigante masculino nos Jogos Olímpicos de Inverno 2026. (Foto: Fabrice Coffrini/AFP)
Lucas Pinheiro Braathen reage após a segunda descida do slalom gigante masculino nas Olimpíadas de Inverno 2026. (Foto: Fabrice Coffrini/AFP)

— Chegamos a essas Olimpíadas de Inverno com uma missão secreta, que era seguir à frente dos Estados Unidos no Instagram. A gente começou a competição com 2,7 milhões de seguidores e os Estados Unidos com 2,5. Eles trouxeram para cá 30 criadoras de conteúdo, além das inúmeras medalhas. E a gente tinha uma casa, uma medalha e o sonho de ficar na frente. Conseguimos manter a liderança — comemorou a diretora de Comunicação, Marketing e Valores Olímpicos do COB, Manoela Penna.

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A cobertura, que contou com uma operação de quase 24 horas por dia, resultou em:

  • 141 milhões de visualizações de vídeos;
  • 100 mil novos seguidores (sendo 25 mil estrangeiros);
  • 7 milhões de interações totais;
  • 2 mil conteúdos publicados em seis plataformas diferentes.

Se o engajamento foi recorde, o desempenho esportivo serviu como o combustível perfeito. Pela primeira vez na história, o Brasil entrou no quadro de medalhas de umas Olimpíadas de Inverno. O ouro de Lucas Pinheiro Braathen no slalom gigante do esqui alpino garantiu ao país a 19ª colocação geral e foi o grande catalisador de tráfego e emoção nas redes.

Além de Braathen, o país celebrou resultados consistentes com Nicole Silveira (11ª no skeleton), Pat Burgener (14º no snowboard) e o histórico Edson Bindilatti, que levou o bobsled ao 19º lugar em sua despedida olímpica. Com 14 atletas e uma visibilidade global renovada, o Brasil deixa os Alpes italianos com a certeza de que a bandeira verde e amarela agora também brilha no gelo.

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