Com pilares ex-rivais e reforços gringos, Fluminense inicia "Operação NBB" na Liga Ouro
Tricolor vai contar com nomes fortes no basquete brasileiro como: Alcassa e Diego Conceição

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Após um longo jejum de 12 anos sem uma equipe adulta de basquete, o Fluminense oficializa seu retorno às competições profissionais nesta terça-feira (24). O palco da reestreia não poderia ser outro: as históricas Laranjeiras, onde o clube inicia sua trajetória na Liga Ouro 2026, a divisão de acesso ao Novo Basquete Brasil (NBB).
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A retomada do projeto olímpico não é apenas simbólica. O clube montou um elenco estratégico, mesclando a juventude da base tricolor com jogadores que conhecem bem os atalhos das quadras brasileiras, e que já sentiram o clima do basquete carioca vestindo camisas rivais.
Augusto Alcassa, de 25 anos e 2,11m, chega como um dos principais nomes. Com passagens por potências como Franca e Minas, o pivô acumulou médias sólidas no NBB e traz a rodagem de quem já enfrentou os maiores pivôs do continente. Ao seu lado, terá a experiência de Diego Conceição. Velho conhecido do basquete carioca, Diego já defendeu as camisas de Vasco e Botafogo, além de ter atuado pelo Bauru.
Além dos pilares brasileiros, o Fluminense buscou no mercado internacional peças para dar velocidade ao time. O armador americano Kyle Monk, que já conhece o Rio de Janeiro por ter disputado a LDB (Liga de Desenvolvimento de Basquete) pelo Botafogo, se junta ao compatriota Iziah James e ao nigeriano Richard Udoagwa.
A caminhada rumo ao acesso começa contra o CEFAT/IVV. O Fluminense fará seus três primeiros jogos nas Laranjeiras.
Como funciona a Liga Ouro?
A competição é o para a elite do basquete nacional. A edição de 2026 repete a fórmula de 2025, priorizando séries curtas no início dos playoffs e ampliando o número de jogos na grande decisão, o que valoriza a consistência do elenco.
Após o turno e returno da fase classificatória, todas as equipes avançam, mas a posição na tabela é crucial para o mando de quadra:
Quartas de final (3º x 6º e 4º x 5º): Melhor de três jogos.
Semifinais: O 1º e o 2º colocado aguardam os vencedores das quartas. Também em melhor de três.
Final: A decisão da vaga para o NBB será em melhor de cinco jogos.
O modelo reforça a importância de começar bem: terminar no topo garante decidir em casa nas séries curtas, onde qualquer erro pode ser fatal para as pretensões de acesso.
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