Checamos: menino que participou de show de Bad Bunny no Super Bowl não é o detido pelo ICE
A criança que aparece recebendo a estatueta do Grammy de Bad Bunny é o ator mirim Lincoln Fox

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Após o show de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl LX, passaram a circular nas redes sociais publicações dizendo que o menino que participa da apresentação é o equatoriano Liam Ramos, detido pelo Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE). No entanto, isso é falso.
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Na realidade, o menino que aparece recebendo a estatueta do Grammy de Bad Bunny, durante a performance, é o ator mirim Lincoln Fox, de cinco anos. Já a criança detida por agentes do ICE é Liam Conejo Ramos. A situação ocorreu no dia 20 de janeiro, quando o menino e Adrian Conejo Arias, seu pai, foram detidos em Minneapolis na porta de casa.
Em suas redes sociais, Lincoln expressou sua emoção por participar do Super Bowl e demonstrou apoio a Liam Ramos e a todos os imigrantes, em período de perseguição pelo ICE nos Estados Unidos. Além disso, o ator, que se descreve como meio argentino e meio egípcio, revelou que o visual usado no show foi inspirado em roupas que Bad Bunny, cantor porto-riquenho, usava na infância.
Tradução:
"Um dia emocionante e inesquecível sendo escalado para o papel do jovem Benito - um momento simbólico em que o futuro entrega um Grammy ao passado. Um lembrete de que sonhos se realizam e que nunca é cedo demais para sonhar grande.
Enviando amor para Liam Ramos. Todos nós merecemos paz e amor na América, um país construído por e lar de tantos imigrantes trabalhadores."

Trump desaprova show de Bad Bunny no Super Bowl
O Presidente norte-americano Donald Trump não poupou críticas à performance de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl LX. No domingo (8), ele usou suas redes sociais para classificar o espetáculo do artista porto-riquenho como "terrível", "absolutamente ridículo" e uma "afronta à grandeza da América".
A ira do republicano foi explícita. "Ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo, e a dança é repugnante", afirmou Trump, complementando que o show representava "um tapa na cara do nosso país, que está estabelecendo novos padrões e recordes todos os dias".
Mesmo antes de pisar no palco, a presença do artista, atualmente o mais escutado no mundo, já gerava polêmica. Setores conservadores criticaram a escolha, e apoiadores de Trump organizaram programações alternativas em protesto. Aliados do ex-presidente também questionaram o fato de a apresentação ter sido majoritariamente em espanhol, pondo em xeque a "cultura americana".
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