Brasileiro, que joga na Seleção americana, é destaque na Kings World
Entenda o motivo que permite Gabriel de jogar com os americanos

O brasileiro Gabriel Costa atua como o camisa 10 da seleção americana e é o artilheiro da Kings World Cup Nations, que acontece na Trident Arena, em Guarulhos. Segundo as regras da competição, o atacante pode defender outra seleção, mesmo sem a nacionalidade local, porque o regulamento prioriza a residência e o vínculo com as ligas locais.
O jogador construiu sua carreira no futebol universitário e profissional dos EUA, com passagens por clubes como o Rochester NY FC. Além disso, Gabriel é casado com uma americana e reside no país há oito anos, fatores que garantem sua elegibilidade para o time comandado pelos influenciadores locais.
Na competição, Gabriel já marcou nove gols em apenas três jogos, incluindo o gol decisivo na classificação para as quartas de final contra a Holanda. Ao ser questionado sobre a possibilidade de defender a Seleção Brasileira algum dia, o jogador deixou o futuro em aberto.
— Não sei como funciona a regra da Kings League, mas o futuro só a Deus pertence. Nasci e fui criado no Brasil, mas me mudei para os Estados Unidos há oito anos. Então, sou brasileiro e americano também — completou o atacante.
Em 2026, Gabriel foi anunciado pelo Dibradores FC, que tem como presidentes Allan Rodrigues ("O Estagiário") e Lucas Tylty. O jogador está feliz por voltar para casa depois de anos e quer ajudar a equipe da mehor forma possível.

Confusão e cartão vermelho na vitória dos EUA sobre a Holanda na Kings Nation
A partida entre Estados Unidos e Holanda, pela fase de grupos da Kings World Cup Nations, ficou marcada por confusão, cartões e muito drible. Os americanos venceram por 7 a 4, garantindo uma vitória importante na competição.
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Quando a partida alcançou os 17 minutos, o clima começou a esquentar. Após uma entrada forte do americano Stefan Mijatovic, o jogador holandês não gostou e os empurrões começaram. O juiz aplicou o cartão vermelho para o camisa 80, Ilias Bouzit (da Holanda), que foi o primeiro a agredir.
Vale lembrar que, no regulamento da Kings League, a expulsão por cartão vermelho direto retira o jogador da partida, mas o time fica com um a menos por apenas 5 minutos, podendo recompor a equipe depois desse tempo.
Lances depois, aos 20 minutos, o brasileiro Gabriel Costa, que joga pela seleção dos EUA, sofreu uma falta dura e o segundo cartão vermelho da partida foi aplicado, desta vez para Andy Wolters, deixando a Holanda em situação ainda mais crítica.
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