De criança a campeão, as marcas históricas de 2016 e o cenário atual do esporte
Há dez anos, atletas iniciavam suas trajetórias vitoriosas

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O retrovisor do esporte revela que dez anos são capazes de transformar crianças em ídolos nacionais e transformar o impossível em rotina. E isso ficou provado no último domingo, com toda a obsessão que João Fonseca causou na torcida ao ser campeão no Rio Open. Pegamos carona na trend dos dez anos para relembrar que o ano de 2016 foi, sem dúvidas, um momento "canônico" para diversas modalidades.
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Enquanto estrelas internacionais como Novak Djokovic e LeBron James atingiam o ápice de suas carreiras, jovens brasileiros como João Fonseca e Gui Santos ainda davam seus primeiros passos, longe dos holofotes da elite mundial.

João Fonseca e Djokovic
Em 2016, João Fonseca era apenas um menino de nove anos treinando no Rio de Janeiro, sonhando com o Rio Open. Enquanto isso, o sérvio completava o "Nole Slam" em Roland Garros. Atualmente, o brasileiro é a realidade que a nação esperava desde a era Guga. Djokovic, aos 38 anos, venceu mais 12 títulos de Grand Slam.
Final de 2016 da NBA e Gui Santos
Nas quadras fechadas de basquete, o Brasil também criava outro candidato a ídolo. Em 2016, Gui Santos tinha apenas 14 anos e atuava na base do Minas Tênis Clube, com o sonho de um dia chegar na NBA, assim como todos os seus colegas de equipe.
Menos de uma década depois, o camisa 15 do Golden State Warriors vem ganhando cada vez mais espaço na equipe de Curry e é o pilar da Seleção Brasileira de Basquete.
Ascensão de Charles do Bronx e retorno de Amanda Nunes
No universo das lutas, Charles do Bronx vivia um período de incertezas em 2016, na categoria peso-pena, sofrendo derrotas para nomes como Anthony Pettis e Ricardo Lamas. Naquela época, muitos questionavam se o "Iluminado" conseguiria alcançar o topo, sem imaginar que a mudança para o peso-leve seria a chave para o seu renascimento.
Em 2026, Charles é a prova viva da resiliência. O ex-campeão e recordista absoluto de finalizações na história do UFC como um dos maiores nomes que já pisaram no octógono.
No feminino, Amanda Nunes foi a lutadora que mais mudou ao longo de uma década. Em julho de 2016, no histórico UFC 200, a lutadora chocou o mundo ao finalizar Miesha Tate e se tornar a primeira brasileira campeã da organização. Meses depois, em dezembro, encerrou de vez a era de Ronda Rousey com um nocaute avassalador em apenas 48 segundos, provando estar em um patamar inalcançável.
Em junho de 2023, a Leoa se aposentou, mas dois anos longe dos ringues, ela já sentiu daudade e agita o cenário de 2026 com seu aguardado retorno.
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