Ronda Rousey detona card do UFC Casa Branca: 'Uma droga'
Lutadora retorna ao octógono em outra organização contra Gina Carano em maio

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O mistério sobre o card do UFC Casa Branca finalmente chegou ao fim no último sábado (8). Contudo, em meio à expectativa em torno do evento, a definição das lutas parece não ter agradado totalmente Dana White. Pelo menos é o que acredita Ronda Rousey, que volta à ação em maio deste ano.
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A declaração ocorreu durante coletiva nesta terça-feira (10), que promoveu o primeiro evento de MMA da Most Valuable Promotions (MVP). O card inaugural, marcado para 16 de maio, terá o duelo entre Ronda Rousey e Gina Carano, além do retorno de Francis Ngannou.
Ao ser questionada sobre o card do UFC na Casa Branca e a polêmica envolvendo Jon Jones, a lutadora destacou a quebra de expectativa foi a divulgação dos nomes inscritos. Fora do UFC desde 2016, ela garantiu também que nem Dana White estava satisfeito com o card.
— Ele (Dana) sabe que o card da Casa Branca é uma droga! (Risos) Ele sabe que estavam promovendo essa coisa por mais de um ano e não chegou perto das expectativas. Ele estava tão chateado que estava falando de uma luta que caiu na véspera. Posso garantir que ele também não está feliz.

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Problemas financeiros no UFC
Na ocasião, Ronda Rousey aproveitou o tema, ainda, para comentar os problemas financeiros enfrentados por diversos atletas na principal organização de MMA do mundo. Mesmo sendo campeã do peso-mosca e líder do ranking geral, Valentina Shevchenko foi citada como um exemplo dessa realidade.
— Antigamente o UFC era o melhor lugar a que você poderia ir nos esportes de combate para ganhar a vida e ser pago com justiça, e agora é um dos piores lugares para ir. É por isso que muitos dos seus melhores atletas estão saindo para procurar pagamento em outros lugares. É por isso que seus campeões como a Valentina (Shevchenko) estão vendendo fotos de suas tetas no OnlyFans — disse Rousey, que completou:
— Essas pessoas, muitas delas no nível mais baixo, não conseguem sustentar suas famílias. Elas estão vivendo no nível de pobreza lutando em tempo integral. Esta companhia acabou de receber US$ 7,7 bilhões (R$ 40 bilhões). Não há justificativa para eles não poderem pagar seus atletas pelo menos um salário mínimo, e não só isso, nem mesmo poder igualar o que esses atletas recebem em outros esportes.
Segundo Ronda, a organização tem perdido talentos por priorizar ganhos imediatos. Na avaliação do dirigente, a gestão estaria focada nos resultados do próximo trimestre e nas expectativas dos acionistas, em vez de agir como guardiã do futuro do esporte.
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