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A história de Conca no Fluminense; jogos, gols e estatísticas

O maestro que liderou o "Time de Guerreiros" e o título brasileiro de 2010.

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Lance!
São Paulo (SP)
Dia 14/02/2026
07:13
Conca foi o principal articulador do Fluminense entre 2008 e 2011, com retorno em 2014. (PhotoCamera)
imagem cameraConca foi o principal articulador do Fluminense entre 2008 e 2011, com retorno em 2014. (PhotoCamera)

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Darío Conca chegou ao Fluminense em 2008 e se tornou referência técnica, sendo essencial na reconstrução do clube até 2011.
Participou da histórica campanha da Copa Libertadores, com gols decisivos, e foi fundamental na reação contra o rebaixamento em 2009.
Na temporada de 2010, conquistou o Campeonato Brasileiro, liderando assistências e sendo eleito o Melhor Jogador do torneio.
Resumo supervisionado pelo jornalista!

A história de Conca no Fluminense é uma das mais marcantes do clube no século XXI. Darío Conca chegou ao Tricolor em 2008, após negociação envolvendo o River Plate e disputa com outros clubes brasileiros. A contratação simbolizava ambição esportiva, e o argentino rapidamente se tornaria referência técnica da equipe. O Lance! relembra a história de Conca no Fluminense.

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Sua primeira passagem ocorreu entre 2008 e 2011, período em que assumiu papel central na reconstrução do clube. Voltaria ainda em 2014 para uma segunda etapa, mais curta, encerrando ali sua trajetória nas Laranjeiras.

Conca estreou oficialmente em 2 de fevereiro de 2008, no empate em 1 a 1 com o Boavista, pelo Campeonato Carioca. Seu primeiro gol veio em março, contra a Cabofriense. Naquele mesmo ano, participou da campanha histórica da Copa Libertadores da América, formando dupla de armação com Thiago Neves.

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Mesmo com papel inicialmente secundário, foi decisivo. Marcou nas oitavas contra o Atlético Nacional e também na final contra a LDU, no Equador. Apesar da perda do título nos pênaltis, consolidou-se como peça-chave do time.

A história de Conca no Fluminense

Jogos e gols de Conca no Fluminense

Os números da passagem de Conca pelo Fluminense variam conforme o critério de contagem, mas o patamar consolidado aponta cerca de 270 partidas pelo clube nas duas passagens somadas.

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Em termos de gols, as estatísticas mais utilizadas registram pouco mais de 60 gols marcados com a camisa tricolor. O recorte da primeira passagem (2008–2011) concentra a maior parte desses números, incluindo a temporada histórica de 2010.

Assim, a formulação historicamente mais segura é afirmar que Conca disputou cerca de 270 jogos e marcou mais de 60 gols pelo Fluminense, além de elevado número de assistências, especialmente no Brasileirão de 2010.

2009: o "Time de Guerreiros"

Se 2008 foi de projeção continental, 2009 foi de sobrevivência dramática. O Fluminense chegou a ter 98% de chances de rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Sob comando de Cuca, iniciou arrancada histórica na reta final.

Conca foi o principal articulador da reação. Contribuiu com quatro gols e sete assistências na sequência invicta de 11 jogos que salvou o clube na última rodada. A equipe ficou conhecida como "Time de Guerreiros", e o argentino foi eleito "Craque da Galera" no Prêmio Craque do Brasileirão.

Na mesma temporada, o Fluminense ainda alcançou o vice-campeonato da Copa Sul-Americana, com Conca como principal cobrador de faltas e assistente decisivo.

2010: o auge de Conca e o título brasileiro

A temporada de 2010 foi o ponto máximo da carreira de Conca no Brasil. Sob comando de Muricy Ramalho, o Fluminense conquistou o Campeonato Brasileiro.

Conca disputou todas as partidas do torneio, tornando-se um dos poucos jogadores de linha a atuar em todos os jogos na era dos pontos corridos. Terminou o campeonato como líder isolado de assistências e marcou nove gols, mesmo atuando parte da competição com dores no joelho.

Foi eleito Bola de Ouro da revista Placar e recebeu o prêmio de Melhor Jogador do Brasileirão no Prêmio Craque do Brasileirão. O reconhecimento ultrapassou fronteiras: na Argentina, imprensa e torcedores pediam sua convocação para a seleção nacional.

Em 5 de dezembro de 2010, após vitória sobre o Guarani, o Fluminense sagrou-se tricampeão brasileiro, com Conca como vice-capitão e líder técnico.

2011 e saída para o exterior

Em 2011, após cirurgia no joelho, voltou a atuar, mas o rendimento coletivo foi irregular. Recebeu proposta do Guangzhou Evergrande e acabou transferido, encerrando sua primeira passagem como ídolo consolidado.

Retorno de Conca em 2014

Conca retornou ao Fluminense em 2014, assinando contrato por três temporadas. Reestreou no Campeonato Carioca, marcando contra o Nova Iguaçu. No entanto, a parceria entre o clube e a patrocinadora Unimed chegou ao fim, gerando atrasos salariais e culminando em sua saída.

Características técnicas e legado

Conca atuava como meia central, com excelente controle de bola, passes curtos e visão de jogo. Baixo estatura, compensava com inteligência tática e intensidade. Era responsável pela cadência da equipe e pela organização ofensiva.

Nos momentos mais críticos do clube entre 2008 e 2010, assumiu protagonismo técnico e emocional. Liderou campanhas continentais, comandou a reação contra o rebaixamento e foi o principal nome do título brasileiro de 2010.

Com cerca de 270 jogos e mais de 60 gols, além de liderança em assistências, Conca consolidou-se como um dos maiores ídolos recentes do Fluminense e símbolo do período que recolocou o clube no topo do futebol brasileiro.

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