FFU responde clubes da Série B em nota e nega queda de receitas
18 equipes se manifestaram cobrando transparência por acordo na Segundona

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Em nota oficial divulgada neste sábado (7), o Futebol Forte União (FFU) se posicionou a respeito da manifestação dos 18 clubes do bloco que jogarão a Série B 2026 criticando condições comerciais e contratos de transmissão. O FFU indicou que as informações "não refletem corretamente os fatos".
A manifestação, os clubes cobraram maior transparência nas questões financeiras, além de levantar possíveis conflitos de interesse entre o FFU e a agência Live Mode, que negocia os direitos de transmissão e, ao mesmo tempo, é proprietária da Cazé TV, que transmitirá o torneio.
Segundo o documento, que foi publicado inicialmente pelo site "Máquina do Esporte", o FFU tem tratado de forma secundária a competição, tendo como prioridade a Série A. Na elite, o bloco tem Botafogo, Chapecoense, Corinthians, Coritiba, Cruzeiro, Fluminense, Internacional, Mirassol e Vasco.
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Veja a nota oficial da FFU:
"O Condomínio Forte União tomou conhecimento da manifestação divulgada por clubes condôminos que disputarão a Série B de 2026 e considera necessário prestar esclarecimentos para ajustar informações que não refletem corretamente os fatos.
É incorreto afirmar que houve estagnação ou queda de receitas. Em 2025, o valor devido a cada clube da Série B, conforme regras aprovadas por aclamação em Assembleia Geral, foi de R$ 14,3 milhões, representando um crescimento superior a 50% em comparação com os valores praticados em 2024.
Em 2025, a entidade adotou um cronograma de pagamentos que resultou na quitação integral das receitas até o mês de julho. Além disso, os condôminos signatários da carta desta 6a feira receberam, há dois anos, investimentos que somaram aproximadamente R$ 890 milhões, decorrentes da aquisição de parte de seus direitos comerciais, recursos que deveriam ter contribuído para o fortalecimento do planejamento financeiro das instituições.
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Ressalta-se, ainda, que para a temporada de 2026 foi apresentado aos clubes um cronograma de pagamentos acompanhado de proposta de ajuste de regras, com o objetivo de ampliar os valores a serem distribuídos. A aprovação dessa proposta foi postergada a pedido dos próprios clubes.
O Condomínio reafirma que todas as estratégias e negociações seguem rigorosamente as regras estatutárias de governança, com processos formais de deliberação, votação e assinatura, afastando de forma inequívoca qualquer alegação de opacidade. As assembleias são gravadas e seguem permanentemente disponíveis para consulta dos clubes, que, vale reforçar, são condôminos e sócios da entidade.
O Condomínio Forte União entende que debates são naturais e saudáveis em um projeto coletivo dessa dimensão e permanece à disposição para seguir dialogando com os clubes nos canais internos adequados, convicto da solidez do modelo adotado e de seu papel na valorização sustentável do futebol brasileiro e de seus clubes, independentemente da divisão."

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