Bruno Henrique disputa a bola em partida do Flamengo na Libertadores

Qual será a estratégia adotada pelos grandes clubes do futebol brasileiro no segundo semestre? (Foto: AFP)

Fabio Chiorino e Rodrigo Borges
20/03/2020
07:40
São Paulo (SP)

A Conmebol oficializou a interrupção da Copa Libertadores pelo menos até 5 de maio, pouco mais de dois meses após a realização da segunda rodada da fase de grupos - aqui no Brasil marcada pelo inédito Gre-Nal.

Trata-se de uma decisão parcial, obviamente. Diante da pandemia do coronavírus, este prazo pode ser esticado ainda mais, achatando a competição no segundo semestre. Isso pode significar um conflito de datas ainda maior entre o maior torneio sul-americano e o Campeonato Brasileiro.

Além da parte física, os times brasileiros terão que traçar todas as estratégias possíveis assim que as competições voltarem a ser disputadas. Ainda não se sabe, por exemplo, se os estaduais serão cancelados, mas alguma coisa ficará pelo caminho.

Já acostumados a poupar titulares no Brasileirão, as principais forças poderão intensificar isso ainda mais a favor dos torneios mata-mata - ainda há também a Copa do Brasil e suas premiações milionárias em andamento. Não será fácil desenrolar este novelo, mas os planejamentos iniciais já caíram por terra.

A prioridade agora é garantir a segurança de todos os envolvidos e só depois mirar os objetivos esportivos. A parada forçada, entretanto, vai escancarar ainda mais a pouca flexibilidade do calendário brasileiro.

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