RADAR / LANCE!
06/04/2017
08:20
Rio de Janeiro (RJ)

A situação dramática pela qual o Central passa no Campeonato Pernambucano não é a única no futebol brasileiro. O clube de Caruaru, que lida com atrasos salariais e até acusação de não disponibilizar alimentação de forma suficiente a seus jogadores, entrou para uma galeria extensa.

Veja outros momentos nos quais clubes entraram em apuros.

ASA

Em fevereiro de 2017, um grupo de 19 jogadores que disputou a Série C de 2016 (dentre eles, Ramalho, campeão brasileiro de 2006 pelo São Paulo) denunciou atrasos salariais.

SANTA CRUZ

Com rombo em suas contas, o Santinha lidou com atrasos salariais e dívidas trabalhistas na disputa do Brasileirão de 2016. O impacto foi maior entre os funcionários que, com seis meses sem receber, chegaram a ver jogadores fazendo uma "vaquinha" por cesta básica.

CORINTHIANS

Na reta final do Brasileirão de 2016, elenco e funcionários do Timão tiveram de lidar com atrasos salariais de até três meses. O clube chegou a precisar de empréstimos para solucionar o impasse.

VILLA NOVA

O clube mineiro viveu sua pior crise da história em 2016. Além de impasses políticos e fuga de gestora, jogadores decidiram fazer uma greve devido a atrasos salariais e não se apresentaram para treinar.

GRÊMIO

Gastos excessivos com salários e contratações desde 2012 renderam fortes consequências aos cofres do clube. A diretoria teve até de se desfazer de atletas para enxugar sua folha salarial.

GRÊMIO BARUERI

Em protesto por estar sem receber salários por quatro meses, jogadores do clube paulista protagonizaram um WO na Série D de 2014. Atletas do Operário-MT, adversário em uma das partidas, manifestaram solidariedade, ao se deitarem em campo no apito inicial.

BOTAFOGO

A sequência de atrasos salariais no ano de 2014 causou uma debandada de jogadores no Glorioso. Nomes como Jorge Wagner e Gabriel saíram e, devido à insatisfação explícita, o quarteto Bolívar, Emerson Sheik, Júlio César e Edílson foi afastado.

FLUMINENSE

Também em 2014, a crise salarial passou pelas Laranjeiras. Houve problemas quanto a pagamentos, premiações, e a crise ficou ainda mais escancarada pelos ruídos com a Unimed.


VASCO

Além de atrasos salariais que marcaram gestões do clube, o Cruz-Maltino chegou, no ano de 2012, a ter água cortada. O motivo foi um atraso de pagamento de R$ 1,3 milhão à Cedae. À época, o clube chegou a usar um caminhão-pipa como alternativa.

FLAMENGO 

Em 2012, Rubro-Negro viu não-pagamento de uma conta do ano de 2006 causar o corte das linhas telefônicas da Gávea. O clube ainda lidou com falta de luz no Ninho do Urubu mesma época, mas a diretoria garantiu que era devido a problemas nos arredores.