Presidente de La Liga comenta relevância de Vini Jr na luta contra o racismo
Javier Tebas diz que mobilização provocada pelo atacante evidenciou falhas no enfrentamento da questão

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O presidente de La Liga, Javier Tebas, reconheceu que os casos de injúria racial contra Vini Jr levaram a liga espanhola a rever sua atuação no combate ao problema. Em entrevista ao "ge", o dirigente afirmou que a mobilização provocada pelo atacante do Real Madrid evidenciou falhas no enfrentamento da questão.
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— Porque com o caso do Vinicius nos demos conta de que não fazíamos o suficiente. Havia uma situação que tínhamos que mudar. Não podemos seguir igual.
Tebas declarou que o debate precisa avançar também em outras competições do continente e apontou que a postura pública do jogador contribuiu para ampliar a repercussão dos episódios.
— Acredito que esse trabalho terá que ser feito em mais competições. Creio que Vinicius tem mais insultos racistas porque se converteu num líder contra o racismo. É um homem muito claro nesse aspecto, não tem dúvidas, é valente em suas manifestações, suas atitudes, seus feitos, na sua luta contra o racismo. É muito por essas circunstâncias — afirmou Javier Tebas.
Real Madrid x Benfica voltou a evidenciar casos de racismo contra Vini Jr
O tema voltou ao centro das discussões após Vinicius denunciar ofensa racista do atacante Gianluca Prestianni, do Benfica, em jogo dos playoffs da Champions League. O argentino foi suspenso provisoriamente pela Uefa, que investiga o caso, e não estará em campo no jogo da volta em Madri. Em março de 2024, antes de partida entre Atlético de Madrid e Inter de Milão, torcedores foram flagrados chamando o brasileiro de chimpanzé nos arredores do Estádio Metropolitano.

— Que possamos fechar arquibancadas. Se tem o insulto racista, e não são identificados pela torcida… O autor é quem insulta, mas o outro o encobre. Fechar as arquibancadas, em alguns casos o estádio, que seja. Tem que extirpar do estádio a figura que insulta.
Após embates públicos com o atacante, Tebas pediu desculpas e admitiu que os casos não eram isolados. Em 2023, a liga lançou a plataforma LALIGA VS Racism e, em 2024, incorporou protocolo aprovado pela Fifa para incidentes de racismo.
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