Jardine estreia na Concachampions em busca de pôr fim a mais um jejum do América
Equipe do treinador brasileiro bateu na trave nos dois últimos anos

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Após vencer o Necaxa pela Liga Mexicana, o América do México vira a chave para sua estreia na Copa dos Campeões da Concacaf. A equipe comandada pelo técnico brasileiro André Jardine inicia sua caminhada na edição de 2026 nesta terça-feira (3), às 23h (horário de Brasília), enfrentando o Olímpia, de Honduras, pela Primeira Ronda da competição. O confronto marca o início da busca pelo fim de um jejum continental que perdura desde 2016.
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A ausência de Raphael Veiga
Para este primeiro compromisso, o América ainda não contará com seu provável novo reforço de peso. O meia Raphael Veiga, ex-Palmeiras, já se encontra em território mexicano, mas aguarda a oficialização do contrato e o anúncio formal. Como não foi inscrito a tempo para esta fase, o brasileiro será desfalque na estreia, deixando a responsabilidade da criação para a base que vem atuando na liga nacional.
A obsessão pelo oitavo título
A Concachampions é tratada como prioridade absoluta no Estádio Azteca. Com sete conquistas, o América divide o posto de maior vencedor da história com o rival Cruz Azul. Um novo troféu isolaria o clube na liderança do ranking, além de garantir vagas no Intercontinental da FIFA deste ano e no Mundial de Clubes de 2029. Sob o comando de Jardine, a equipe bateu na trave nas duas últimas edições, sendo eliminada justamente pelos times que viriam a ser campeões: Pachuca (2024) e Cruz Azul (2025).
O fator Jardine e o caminho até Messi
André Jardine, hoje o técnico mais vitorioso da história do clube com seis títulos, assume a missão de quebrar mais um tabu. O treinador, que já encerrou a seca de cinco anos do América na Liga MX com um tricampeonato consecutivo, prega cautela e foco no trabalho diário, ciente de que o chaveamento pode reservar um duelo midiático contra o Inter Miami, de Lionel Messi e Luis Suárez, nas quartas de final.
Em coletiva, o técnico destacou que a competição faz parte da identidade do clube, mas reforçou que é preciso respeitar os processos e não subestimar os desafios iniciais, como o duelo em Honduras, para então sonhar com a taça na galeria.

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