Pescoços de pilotos da F1 dobram de tamanho; entenda
Exigência física extrema explica transformação dos pilotos ao longo da carreira

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Entre as muitas peculiaridades da Fórmula 1, o pescoço dos pilotos é algo que costuma assustar quem não acompanha a categoria de perto. O assunto volta a ser pauta quando um dos competidores posta seus treinos específicos, mas muitas pessoas ainda não conhecem a motivação por trás desse detalhe. De Kimi Antonelli a Fernando Alonso, todas as gerações estão incluídas nesse treinamento especial.
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A evolução do pescoço após estreia na F1
Segundo piloto mais novo do grid, Antonelli está em evidência no mundo do automobilismo desde as categorias de base. Por esse motivo, é possível acompanhar de perto o crescimento do italiano, e de seu pescoço, ao longo dos anos. Nas imagens abaixo, de 2021 e 2025, a mudança é visível; em destaque, observe o colar do piloto.

A estreia do atleta de 19 anos aconteceu na última temporada, quando precisou se adaptar rapidamente às pressões – físicas e externas – que vêm com a entrada na elite do automobilismo. Para além do físico, Kimi parece ter se adaptado com maestria à F1. A vitória no GP do Japão, no último domingo (29), o levou à liderança no Mundial de Pilotos de 2026.
Treinamento intensivo
No início da temporada de 2024, um vídeo de Alex Albon ganhou notoriedade nas redes sociais pela intensidade do treinamento. O veterano da Williams aparecia em um treino de progresso dividido em três níveis – que iam de cargas de 20 a 80 kg. A dificuldade era nítida, mas o sucesso do tailandês em aguentar tamanha pressão impressionou.
Não foi a primeira vez que o "treino de pescoço" de um piloto da F1 virou assunto na internet. No último ano, foi a vez de Oscar Piastri mostrar um dos exercícios intensos para preparar o pescoço para a famosa "força G" nas curvas dos 24 circuitos ao redor do mundo.

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Mais do que força: estabilidade e precisão explicam treino de pescoço
O pescoço é uma das regiões mais exigidas no corpo de um piloto de Fórmula 1. Durante uma corrida, ele precisa suportar forças G intensas em curvas, freadas e acelerações, o que exige uma musculatura altamente preparada para evitar dores, lesões e perda de desempenho.
Mais do que resistência física, essa preparação tem impacto direto na pilotagem. Um pescoço fortalecido ajuda a manter a cabeça estável dentro do cockpit, garantindo que o piloto consiga enxergar com clareza os pontos de frenagem, tangência e saída de curva – decisões que são tomadas em frações de segundo.
Para atingir esse nível, os treinos são bastante específicos e incluem exercícios com elásticos, pesos e equipamentos que simulam a pressão sofrida durante as corridas. Além do pescoço, outras regiões como o core, braços, punhos e pernas também recebem atenção especial, já que são fundamentais para sustentar o corpo, controlar o volante e suportar a força aplicada nos pedais ao longo da prova.

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