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Tiago Leifert critica postura de Vini Jr após Brasil x França: 'Capa de jornal'

Jornalista criticou atuação do camisa 10 no amistoso

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Lucas Boustani
Rio de Janeiro (RJ)
Dia 27/03/2026
05:10
Vini Jr após Brasil x França em amistoso nos Estados Unidos (Foto: CBF/Divulgação)
imagem cameraVini Jr após Brasil x França em amistoso nos Estados Unidos (Foto: CBF/Divulgação)

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O comentarista Tiago Leifert criticou a postura do atacante Vini Jr após a derrota da Seleção Brasileira para a França. A equipe nacional perdeu o amistoso diante do time francês na última quinta-feira (26), nos Estados Unidos, em um amistoso preparatório para a Copa do Mundo de 2026.

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➡️ Atitude de Vini Jr pega mal após derrota do Brasil: 'Se fosse o Neymar'

Durante uma transmissão ao vivo, no Youtube, Tiago Leifert disparou contra a partida do camisa 10. Além disso, ele chamou atenção pelo fato do jogador ter sido flagrado em um momento de discontração com Mbappé e Camavinga, companheiros de Real Madrid, após o fim da partida.

— Ronaldinho Gaúcho, Raí, Neymar, todos já apanharam bastante depois de uma partida dessa. Dá para colocar uma lista de jogadores que seriam estraçalhados no dia seguinte. Capa de jornal e os caramba. Se fosse o Neymar, jogando desse jeito, perdesse, e desse um sorriso depois — iniciou o jornalista, antes de completar.

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— Meu Deus do céu. Mas o Vinícius tem muita boa fé. O vento está a favor, a imprensa, os torcedores, pô tem que aproveitar — concluiu.

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Como foi Brasil x França?

Texto por: Márcio Dolzan

Carlo Ancelotti cumpriu o que dissera na véspera e escalou o Brasil com quatro jogadores de frente diante da França. Mas, ao longo do primeiro tempo, o quarteto formado por Gabriel Martinelli, Raphinha, Vini Jr. e Matheus Cunha não conseguiu acertar um único chute na meta de Maignan, ainda que as oportunidades tenham surgido.

E não foram poucas: Martinelli, Matheus Cunha e até o volante Casemiro conseguiram finalizar, sempre em chutes de fora da área, sempre para o lado ou para cima do gol. No primeiro tempo, o Brasil chutou cinco vezes, todas para fora.

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Do outro lado, a França tinha mais volume de jogo, mas não necessariamente domínio. Wesley foi incansável na marcação e ofereceu pouco espaço para o avanço francês pela esquerda. Na outra ala, Léo Pereira e Douglas Santos faziam o que podiam para tentar parar Mbappé. E a dupla teve relativo sucesso até os 31 minutos, quando o craque francês recebeu lançamento de Dembélé, deixou o dois brasileiros para trás na velocidade e tocou por cobertura na saída de Ederson, abrindo o marcador.

Ancelotti voltou com uma mudança para o segundo tempo. Raphinha sentiu a coxa direita e deu lugar para Luiz Henrique. E o ex-atacante do Botafogo deu novo ritmo na ponta. O Brasil começou pressionando a França pela direita, e foi naquele setor que Wesley ia invadindo a área quando foi derrubado por Upamecano, que acabou expulso logo aos 9 minutos.

Mas, nos 20 minutos que se seguiram, o Brasil não conseguiu se valer da superioridade numérica —porque faltou à Seleção eficiência ofensiva, algo que sobrou na França. Aos 19, o time de Deschamps arrancou em contragolpe e Ekitiké, também por cobertura, ampliou para 2 a 0.

A partir daí, Ancelotti promoveu uma série de mudanças. Danilo, Ibãnez, Igor Thiago e João Pedro foram chamados, e o Brasil passou a ocupar o campo de ataque. A Seleção conseguiu chegar ao seu gol aos 33, com Bremer, e nos acréscimos quase chegou ao empate com Vini Jr. Mas ficou nisso.

França comemora segundo gol diante do Brasil

França comemora segundo gol diante do Brasil (Foto: FRANCK FIFE / AFP)

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