Processo envolvendo Gustavo Scarpa e Willian Bigode ganha novo capítulo na justiça
Justiça rejeita recurso de empresa de Willian Bigode

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Em trâmite na justiça desde 2022, o caso envolvendo Gustavo Scarpa e Willian Bigode segue ganhando novos desdobramentos. A WLJC Consultoria e Gestão Empresarial, empresa do atacante Willian Bigode, do América-MG, teve um recurso rejeitado pela desembargadora Rosângela Telles, da Justiça de São Paulo. A decisão ocorreu nesta sexta-feira (1), em processo que envolve uma disputa sobre operações com criptomoedas.
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A desembargadora Rosângela Telles utilizou a expressão "tumulto processual" ao fazer nova advertência às partes envolvidas.
A empresa de Bigode questionou a citação por edital de dois sócios da operadora de criptomoedas Xland. A desembargadora fundamentou que os advogados de Bigode não têm legitimidade para questionar a citação e que cabe a eles contestarem o procedimento através de seus advogados.
"Cabe ressaltar, ademais, que, ao responder à solicitação desta relatora, o MM. Juízo a quo já sinalizou que a recorrente [WLJC] vem adotando postura recalcitrante com o objetivo de gerar tumulto processual".
Rosângela Telles
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Ao analisar o pedido dos advogados de Willian Bigode, Rosângela afirmou que ele também foi feito com "essa finalidade". A magistrada destacou que a ação judicial foi iniciada em 2022 e ainda não consegue tramitar adequadamente.

Relembre o caso envolvendo Gustavo Scarpa e Willian Bigode
Em 2023, Gustavo Scarpa caiu em um golpe de criptomoedas por intermédio de Willian Bigode, acusado de ter apresentado a empresa de criptomoedas Xland Holding ao ex-companheiro. De acordo com processos divulgados, o jogador do Galo investiu mais de R$ 4 milhões no esquema da operadora e foi levado a acreditar que teria um retorno de 3,5% a 5% ao mês.
A Xland, de acordo com os depoimentos de Scarpa, se apropriou do dinheiro para fazer investimentos e não devolveu a quantia solicitada. O jogador também processou a WLJC, empresa de gestão de capital que tinha Willian Bigode como sócio-proprietário e atendia outros jogadores de futebol. Em conversa antes do golpe, Willian Bigode, à época no Palmeiras, convence Scarpa e dá garantia de ''conhecimento apenas sobre a Xland, mas não por outras empresas'' e reafirma ''toda ética, fidelidade e ética com a Xland''.
Depois, Scarpa comunicou a Willian Bigode, que estava sendo ''orientado a fazer um B.O'' e ''por consideração e amor'' deu um toque antes. No áudio, Gustavo, ex-Palmeiras, disse que citaria o nome da WLJC, que tinha Willian como um dos sócios, e na sequência do caso o jogador do Nottingham Forest enviou 250 páginas de conversas entre os dois à Justiça.
- Bigode, o meu advogado está me orientando a fazer um B.O. Criminal. Na polícia mesmo (...) Pelo respeito, amizade, consideração e amor que eu tenho por você, queria te dar um toque antes. Infelizmente vou ter que falar da sua empresa - disse Scarpa.
- Scarpinha, agora não tem nem mais questão de confiança, irmão. Agora, é orar. Fazer o que sei - responde Willian Bigode a um dos áudios do ex-companheiro.
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