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Do campo às urnas: relembre esportistas que entraram para a política

Veja os nomes que trocaram os campos e quadras pelas urnas

PorRedação Lance!•Rio de Janeiro (RJ)
04/10/2026 09:11
Bebeto e Romário comemoram gol do Brasil contra o Estados Unidos em 1994
Campeões do mundo em 1994, Bebeto e Romário seguiram carreira na política (Foto: Reprodução)

O primeiro turno das Eleições 2026, marcado para este domingo (4), coloca novamente os brasileiros diante das urnas para escolher presidente, governador, senador e representantes do Legislativo. No mundo do esporte, a relação com a política também já produziu diferentes histórias: atletas que deixaram os campos e as quadras para disputar eleições ou ocupar cargos públicos.

Entre os nomes mais conhecidos estão Romário, Pelé, Leila Barros, Bebeto, Danrlei, Roberto Dinamite e Ademir da Guia. A lista reúne jogadores de futebol, uma atleta de vôlei e um dos maiores nomes do basquete brasileiro. Em 2026, Marcelinho Carioca volta a disputar uma eleição, desta vez como candidato a deputado distrital no Distrito Federal.

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Romário

Campeão mundial com a Seleção Brasileira em 1994, Romário iniciou a carreira política em 2010, quando foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro. Quatro anos depois, chegou ao Senado e permanece no cargo até hoje.

A passagem do ex-atacante pela política começou ainda durante um período próximo ao fim da carreira nos gramados. No Congresso, passou a atuar em temas relacionados ao esporte, à infância, à juventude e às pessoas com deficiência, entre outras áreas.

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Romário Seleção Brasileira
Romário em ação pela Seleção Brasileira (Foto: Divulgação)

Pelé

O Rei do Futebol também teve passagem pela administração pública. Pelé foi ministro do Esporte durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, entre 1995 e 1998.

O cargo foi exercido antes de o Ministério do Esporte ter a estrutura atual. A participação de Pelé na política ocorreu, portanto, por meio de uma nomeação para o Executivo, e não por uma eleição.

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Pelé e Jairzinho comemoram gol pela Seleção Brasileira. (Foto: Divulgação FIFA)
Pelé e Jairzinho comemoram gol pela Seleção Brasileira. (Foto: Divulgação FIFA)

Leila Barros

No vôlei, Leila Barros construiu uma trajetória que começou no esporte e chegou ao Senado. Medalhista olímpica e integrante da Seleção Brasileira por 18 anos, ela também ocupou o cargo de secretária de Esporte e Lazer do Distrito Federal entre 2015 e 2018.

Em 2018, foi eleita senadora pelo Distrito Federal e se tornou a primeira mulher a representar o DF no Senado. Atualmente, exerce mandato com término previsto para 2027.

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Leila Barros pela Seleção Brasileira (Foto: Reprodução/ X)
Leila Barros pela Seleção Brasileira (Foto: Reprodução/ X)

Bebeto

Outro campeão mundial de 1994 que entrou na política foi Bebeto, ex-atacante da Seleção Brasileira.

O ex-jogador teve passagem pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro como deputado estadual. A própria Alerj registra sua atuação parlamentar e sua formação como atleta profissional e técnico em desportos.

Bebeto também disputou eleições posteriores. Em 2022, por exemplo, concorreu a deputado federal pelo Rio de Janeiro.

Bebeto e Romário comemoram gol do Brasil contra o Estados Unidos em 1994
Bebeto e Romário comemoram gol do Brasil contra o Estados Unidos em 1994 (Foto: Reprodução)<br>

Danrlei

Também campeão mundial em 1994, Danrlei seguiu caminho semelhante depois de encerrar a carreira como goleiro. O ex-jogador do Grêmio entrou para a política e chegou à Câmara dos Deputados pelo Rio Grande do Sul.

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O nome de Danrlei se juntou a uma lista de ex-jogadores que passaram a ocupar cargos eletivos depois de construir carreira de destaque no futebol.

Danrlei, ex-goleiro do Grêmio. (Foto: Divulgação/Grêmio FBPA)
Danrlei, ex-goleiro do Grêmio. (Foto: Divulgação/Grêmio FBPA)

Roberto Dinamite

Ídolo histórico do Vasco, Roberto Dinamite iniciou sua trajetória política em 1992, quando foi eleito vereador do Rio de Janeiro.

Dois anos depois, chegou à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Foi reeleito em 1998, 2002, 2006 e 2010, construindo uma trajetória de mais de duas décadas no Legislativo fluminense.

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Além da carreira política, Dinamite também foi presidente do Vasco entre 2008 e 2014.

Roberto Dinamite Vasco
Roberto Dinamite em ação pelo Vasco (Foto: Divulgação/Vasco)<br>

Ademir da Guia

Um dos maiores ídolos da história do Palmeiras, Ademir da Guia também entrou na política. Em 2004, foi eleito vereador de São Paulo pelo PCdoB.

O ex-meia levou para a Câmara Municipal uma atuação especialmente ligada a temas como esporte e educação, áreas que já faziam parte de sua trajetória pública.

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Ademir da Guia Palmeiras
Ademir da Guia contra o Pelé (Foto: Reprodução)

Oscar Schmidt

O basquete também tem um representante nessa lista. Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história da modalidade no Brasil, chegou a ocupar o cargo de secretário municipal de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo entre 1997 e 1998.

No mesmo período, também disputou uma vaga no Senado por São Paulo nas eleições de 1998.

Com expressão de dúvida, Oscar Schmidt olha para o lado e abre as mãos em jogo da Seleção Brasileira de basquete
Oscar Schmidt é o maior nome do basquete brasileiro (Foto: Divulgação/FIBA)

Marcelinho Carioca é candidato em 2026

Entre os nomes ligados ao esporte que estarão nas urnas neste domingo está Marcelinho Carioca. O ex-jogador, ídolo do Corinthians e com passagem pelo Flamengo, disputa uma vaga de deputado distrital no Distrito Federal pelo Republicanos. A candidatura está deferida pela Justiça Eleitoral.

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A eleição de 2026 não é a primeira tentativa de Marcelinho na política. O ex-jogador já disputou eleições para vereador, deputado estadual, deputado federal e vice-prefeito em diferentes pleitos. Em 2026, concorre pela primeira vez a um cargo no Distrito Federal.

Marcelinho Carioca, ídolo do Corinthians, é candidato a deputado pelo DF
Marcelinho Carioca em ação pelo Corinthians (Foto: Lancepress)

O primeiro turno das Eleições 2026 acontece neste domingo, 4 de outubro. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os eleitores escolherão seis cargos: deputado federal, deputado estadual ou distrital, duas vagas para o Senado, governador e presidente.

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