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Leonardo Jardim exalta Filipe Luís após título na estreia pelo Flamengo: 'Grande abraço'

Treinador português comandou a equipe pela primeira vez na final do Campeonato Carioca

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Mauricio Luz
Rio de Janeiro (RJ)
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Lucas Bayer
Rio de Janeiro (RJ)
Dia 08/03/2026
21:39
Atualizado há 11 horas
Leonardo Jardim Flamengo Carioca
imagem cameraLeonardo Jardim comemora título do Campeonato Carioca pelo Flamengo (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

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Leonardo Jardim estreou com o pé direito no comando do Flamengo e conquistou o titulo do Campeonato Carioca neste domingo (8), diante do Fluminense. Em entrevista coletiva após a final no Maracanã, o novo técnico rubro-negro agradeceu ao apoio interno e à atitude dos jogadores durante os primeiros dias de trabalho e citou Filipe Luís.

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➡️ Jorginho destaca a importância do título do Carioca para o Flamengo: 'Gigantesca'

— Com quatro dias eu tive a colaboração muito grande de todo o staff do Flamengo. Desde o presidente e também a atitude dos jogadores, que tiveram totalmente ligados e abertos para estes quatro dias de trabalho com potência de desempenho. Com certeza que nós mantivemos muito daquilo que o Filipe vinha fazendo — iniciou o português.

— Neste jogo, pessoalmente, eu procurei que nós conseguíssemos anular melhor o Fluminense, que tinha sido nos outros jogos, em 2025 e o primeiro do Carioca, onde o Flamengo cedeu muito mais chutes ao gol do que hoje. Hoje fomos mais consistentes no processo defensivo. No processo ofensivo tivemos ainda algumas dificuldades principalmente de decisão, mas estou feliz com a equipe de jogar como Flamengo e também de jogar com atitude, com empenho — completou.

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O treinador valorizou a conquista do estadual, seu primeiro título no futebol brasileiro. Além disso, exaltou o antecessor, Filipe Luís, afirmando que "ele construiu essa equipe".

— É muito bom ganhar um título no Brasil, algo que ainda não tinha acontecido comigo na carreira. Estou aqui no segundo ano. Mas quem treina o Flamengo está mais próximo de ganhar títulos. Agradecer ao estafe por todo o apoio que deu nesses cinco dias, à atitude dos jogadores, por eles acreditarem na ideia. E, também, um grande abraço ao Filipe (Luís), porque ele construiu essa equipe, apesar de ter saído — afirmou.

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Leonardo Jardim Flamengo
Leonardo Jardim comemora título do Campeonato Carioca pelo Flamengo (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Outras respostas de Leonardo Jardim após título do Flamengo no Carioca

Arrascaeta titular e Paquetá no banco

— Em relação ao Paquetá e ao Arrascaeta, eles têm a preferência pela zona ofensiva, mas o Paquetá tem uma polivalência de jogar por fora e de camisa 8. O Flamengo chega perto de 78 jogos se chegar a todas as finais, estamos falando de mais de 7.000. Na Europa, um jogador normal joga 4.000 minutos. Temos que ter dois jogadores por posição. Não acredito que o Flamengo seja uma equipe com 11 jogadores. Temos sete jogadores de seleção, ainda mais porque o Paquetá fará uma temporada e meia sem parar. É um jogador fundamental para a estrutura do clube. Feliz o treinador que tem dois jogadores dessa qualidade.

Importância do título para aliviar a pressão

— Quem trabalha no Flamengo tem que jogar para ganhar. Com certeza quem perde desvaloriza e quem ganha valoriza. Ganhar Carioca, treino… Ganhar é sempre fundamental. Temos um percurso ainda pela frente, vamos trabalhar ainda mais e melhor e organizar uma equipe competente, como foi a do ano passado.

Sentimento de estrear no Fla-Flu e gols sofridos

— Em primeiro lugar é um a satisfação grande estar aqui e estrear num Fla-Flu. Muitos anos atrás vim ver um Fla-Flu no antigo Maracanã e foi extraordinário. Em relação à defesa, o mais importante é ganhar, mas gostamos de ter um a equipe equilibrada. Na análise dos últimos jogos verifiquei algumas transições em que eles fizeram gols e situações de perigo, hoje conseguimos ser mais compactos, só criaram uma. Temos muito a progredir como equipe.

Vai rodar o elenco?

— Eu no ano passado estive quase 11 meses no Brasil, vivi as competições da Conmebol. Não fui à Libertadores, mas fui à Sul-Americana. Sei dessa carga que existe aqui no Brasil. Por isso a importância de o Flamengo ter um grupo que permite a rodagem de forma a não termos lesões e sermos competitivos em todos os jogos. O que eu gosto é que a equipe pressione mais, blocos mais próximos. Hoje isso aconteceu em alguns momentos, na segunda parte perdemos um pouco essa capacidade. No futuro, vamos ganhar outra condições, e isso vai permitir que sejamos competitivos por mais tempo.

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Escolha do time titular

— Já conhecia a equipe do Flamengo, alguns jogadores descansaram e estavam mais frescos que os outros. Sinceramente não acredito em 11, é um grupo de trabalho. Quero uma equipe competitiva, fresca, que consiga defender e atacar bem. Sei que os fãs gostam de um time com 11, mas isso não é possível a temporada toda. Temos o Paquetá, o Everton, o Danilo, o Royal e o Ayrton… Temos várias funções. Não há outra forma de conseguir esse tipo de situação. Temos alguns jogadores experiente a nível nacional e internacional, mas eles não vão jogar sempre porque o risco de lesão é muito grande.

Busca por um centroavante segue?

— Um campeonato longo como é aqui no Brasil, com competições internacionais, o Pedro sozinho como atacante… Ele é muito bom jogador, quero dar os parabéns para ele porque teve uma atitude e um empenho físico muito grande. Quando falei no segundo tempo, ele já estava com fadiga muscular. Tínhamos o (Wallace) Yan, que é jovem e vai ter oportunidades de jogar naquela posição, temos o Bruno Henrique. Se, no futuro, conseguirmos trazer um jogador que nos permita não mais fazer adaptações, vamos fazer. O desgaste é muito grande, no Flamengo tem que jogar sempre ao máximo. O Flamengo exige manter uma equipe sempre vitoriosa.

Reencontro com o Cruzeiro

— Vai ser uma preparação normal, amanhã já temos que recuperar nossos jogadores e depois conseguir em termos estratégicos preparar uma equipe competitiva, que possa controlar o jogo na nossa casa. Do outro lado tem uma excelente equipe, no ano passado conseguiu bons resultados com o Flamengo e espero mudar isso.

Deu foco à altura dos blocos nos treinos?

— Com relação a isso, foi uma coisa que trabalhamos porque analisamos que o Fluminense conseguia fazer transições perigosas contra nós. Nós expusemos nossos laterais, fizemos uma construção a três. Foi essa a nossa estratégia, trabalhamos isso com os jogadores. Eu acredito nesses jogadores, temos jogadores que são rápidos. Os jogadores, com esse momento, perderam um pouco de confiança, Vamos retomar isso para termos uma equipe competitiva e organizada.

Posição de Plata

— Com certeza, o Plata não é um centroavante. Conheço o Plata desde os tempos do Sporting, quando iniciou. É um jogador de corredor, que é rápido, que pode ser importante na pressão e para compactar o bloco. Como disse, o Bruno Henrique, por exemplo, está fora e é um jogador que pode jogar à frente. O Wallace (Yan) já não jogava há muito tempo. Por isso, a minha substituição (do Pedro). É um jogador experiente, tem jogado, apesar de ter tido um pequeno problema e só ter treinado dos dias. São essas decisões que a gente tomou, visto aquilo que aconteceu. Wallace (Yan) teve poucos jogos este ano, o Bruno Henrique está lesionado; por isso, tivemos que gerir entre esses dois (Plata e Pedro).

Samuel Lino e Cebolinha

— Em relação aos contratos (contrato do Cebolinha vai até o fim do ano), isso é com a direção. Sobre a performance, estou feliz em ter os dois. O Cebolinha entrou no lugar do Lino e manteve a intensidade. No futuro o Cebolinha vai ser titular e o Lino vai entrar… A gente tem essa capacidade e satisfação de ter esses dois pontas por esse lado que possam dar qualidade e intensidade. Vocês sabem que esses pontas na minha estrutura são jogadores que têm trabalho porque têm que defender e atacar. Fico feliz de ter opções.

Saída de bola

— Como disse anteriormente, é uma situação que pode ser do futuro, mas hoje o importante era expor lá atrás para baixar Canobbio e Serna, porque se tivessem baixos eles teriam dificuldades no contra-ataque. Foi isso que nos provocou dificuldades lá atrás, e não queria repetir a dose. Disse aos jogadores que se conseguisse manter os pontas mais baixos os contra-ataques vai ser feito ou pelo atacante ou pelo meia. Às vezes somos capazes de gerir. Esse foi nosso plano, que deu certo. Eles chutaram uma vez ao gol, ao contrário do que tinha acontecido nos últimos jogos.

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