Análise: despedida de Tite foi o retrato fiel de seu trabalho no Cruzeiro
O empate com o Vasco selou a saída do comandante

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O técnico Tite foi demitido na noite do último domingo (15) após o empate em 3 a 3 com o Vasco pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Em seu último compromisso com o uniforme do Cruzeiro, a equipe teve altos e baixos, reagiu mal à desvantagem e saiu com um resultado decepcionante.
No início da partida, assim como em outros confrontos, a Raposa começou melhor, com volume de jogo e jogadas construídas com muita organização pelas pontas. O gol, inclusive, saiu em jogada bem trabalhada. Matheus Pereira inverteu para Kaiki, que escorou para Christian abrir o placar.
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Em seguida, o Cruzeiro seguiu pressionando, mas, assim como em todo o trabalho de Tite, não conseguiu ampliar o placar. No fim da etapa inicial, o Cruz-Maltino passou a pressionar, e quase empatou com Andrés Gomez, que acertou o travessão.

No segundo tempo, o time que atuava bem e com volume baixou de rotação, passou a dar espaços aos cariocas. As jogadas bem trabalhadas pelas pontas não apareciam mais e, novamente, o time sucumbiu diante da primeira adversidade em campo.
Pane em adversidade
Depois de suar muito no primeiro tempo para fazer 1 a 0, o Cruzeiro viu a vantagem cair rapidamente no início da segunda etapa. Em escanteio, Cauan Barros subiu mais que a defesa celeste e empatou a partida. Como sempre ocorreu nos jogos sob o comado de Tite, o time desmoronou com a adversidade e o mesmo Cauan Barros marcou novamente.
Em desespero, o Cruzeiro se lançou ao ataque, mas nem de longe com a criatividade do primeiro tempo. Além disso, ainda cedia muitos espaços nos contra-ataques, mesmo com um jogador a mais. Ainda assim, o Cabuloso conseguiu empatar com Neyser, que desviou cabeceio de Chico da Costa.
Era um cenário novamente confortável, um a mais e tempo para virar. Mas o que aconteceu, foi totalmente o contrário. Aos 41 minutos, Brenner chutou da entrada da área e contou com um desvio para fazer 3 a 2. No desespero, a Raposa ainda empatou nos acréscimos com Japa, mas, desta vez, nem o gol salvou o trabalho de Tite.
Desde que chegou ao Cruzeiro, o comandante gaúcho prezou pelo equilíbrio e sempre frisou a importância disso para a equipe. Mas na maioria das partidas, não se viu um time equilibrado, mas sim uma equipe que tinha criatividade, momentos de organização, mas colocava tudo a perder na primeira adversidade.
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