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MP-SP pede quebra de sigilo do Corinthians e investiga ex-presidentes

Caso envolve gestões de Andrés Sanchez e Duilio Monteiro Alves

Votação do impeachment de Augusto Melo acontece no Parque São Jorge, sede do Corinthians (Foto: Ulisses Lopresti/ Lance!)
imagem cameraEx-presidentes são investigados (Foto: Ulisses Lopresti/ Lance!)
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Ulisses Lopresti
São Paulo (SP)
Dia 28/08/2025
21:04
Atualizado há 2 minutos

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O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pediu a quebra de sigilo dos cartões de créditos do Corinthians referentes de 2018 a 2025. O período corresponde às gestões de Andrés Sanchez, Duilio Monteiro Alves e Augusto Melo na presidência do Timão.

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A informação foi noticiada pelo "ge.globo". A promotoria solicitou as faturas anteriormente, mas não foi atendido pelo clube alvinegro. Com isso, foi destacada a desorganização administrativa e a inércia do clube, além do suposto furto de documentos durante invasões ao Parque São Jorge, sede do Corinthians. Também foi citado que "interesses políticos, pouco ortodoxos e conflituosos" teriam dificultado a apuração rápida dos fatos.

O Ministério Público também pediu a quebra do sigilo fiscal do Oliveira Minimercado, empresa suspeita de servir como fachada e emitir notas ao Corinthians em 2023. O requerimento está com o Departamento de Inquéritos Policiais do Tribunal de Justiça de São Paulo. O juiz Leonardo Fernando de Souza Almeida encaminhou o caso a uma das varas especializadas em crimes tributários, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Até o momento, não houve decisão.

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Duílio e Andrés
Ex-presidentes são investigados (Foto: Ag.Corinthians)

Explicação e investigação do Corinthians

Andrés Sanchez e Duilio Monteiro Alves são investigados por usos indevidos com os cartões corporativos do clube entre 2018 e 2023. Após as primeiras denúncias, o primeiro citado assumiu os gastos indevidos na viagem para o Rio Grande do Norte por ter se confundido com o cartão. O ex-dirigente alega que não recebeu uma notificação dos gastos, e que pagou R$ 15 mil ao clube após as denúncias.

No dia 30 de julho, o Ministério Público de São Paulo abriu um procedimento investigatório criminal para apurar a possível utilização dos cartões. O caso é conduzido pelo promotor Cássio Roberto Conserino.

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