Marquinhos revela desejo de voltar ao Corinthians e fala sobre pressão no clube
Zagueiro ainda tem dois anos de contrato com o PSG, mas não descarta volta ao país

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O zagueiro Marquinhos, do PSG, vê o Brasil como um destino possível após o fim do seu ciclo na Europa. E o Corinthians aparece como a escolha obvia para o defensor, que é formado nas categorias de base do Timão.
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Em entrevista ao portal "Uol", Marquinhos falou sobre seus últimos anos de contrato com o clube francês, que tem validade até 2028, o que abriria a possibilidade do zagueiro retornar à elite do futebol nacional ainda com 33 anos. Segundo o jogador, caso confirme no futuro sua volta ao país, será ainda em alto nível técnico e fisico. O zagueiro do Paris também ponderou a pressão de representar o Timão, o que reforça a necessidade de estar em boa forma.
- Eu tenho mais dois anos de contrato com o PSG e depois vamos ver. Se eu for voltar um dia para o Brasil, eu quero voltar bem. E, no Brasil, é muita pressão, principalmente, no time que eu gostaria de voltar, que é o Corinthians. É o clube do meu coração, criado desde menino no Parque São Jorge. Mas não dá para voltar caindo aos pedaços - disse o zagueiro.
Revelado pelo Corinthians, Marquinhos atuou pelo time paulista apenas até os 19 anos, quando foi negociado com a Roma, da Itália. Por conta da venda precoce, o zagueiro atuou em apenas 15 jogos pelo profissional do Timão, com uma assistência, e teve mais sucesso como atleta da base. Lá, conquistou o título da Copinha em 2012. Mesmo assim, o alvinegro é o destino preferido por ser a equipe que abriu as portas para o futebol profissional, segundo afirmou Marquinhos.
- Se um dia eu voltar ao Brasil, com certeza o Corinthians vai ser uma prioridade. É o clube que me abriu as portas, onde tudo começou. Tenho um carinho enorme e gostaria muito de vestir essa camisa novamente - explicou o defensor, que lembrou que a saída do Corinthians aconteceu da melhor maneira possível, contrariando o desejo do então técnico Tite.
- Tite queria que eu ficasse. Acabou pintando a oportunidade, à época a proposta era muito boa e o treinador da Roma me disse que esperaria até o último dia do mercado. O Corinthians nunca me desfez. Acabaram acontecendo algumas coisas de mercado e fui vendido. A princípio foi empréstimo, mas comecei a jogar rápido, o Leandro Castán tinha acabado de chegar também, e deu tudo certo - completou.

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