Corinthians registra rombo milionário em março e detalha impactos financeiros
Clube explica os principais fatores que levaram ao resultado negativo no período

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O Corinthians divulgou o balancete do mês de março com um déficit de R$ 131,4 milhões. Para o resultado negativo, o clube apontou três fatores como determinantes: o pagamento de comissão pela conquista da Copa do Brasil, a quitação da dívida com o Santos Laguna e a ausência de vendas de atletas no início do ano, conforme o planejamento inicial.
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A premiação ao elenco pela conquista do título gira em torno de R$ 32,5 milhões. Já a quitação junto ao clube mexicano, referente à contratação de Félix Torres, foi de R$ 6,1 milhões. Por fim, o clube deixou de arrecadar cerca de R$ 75 milhões com transferências de jogadores previstas para o período.
— O orçamento até março de 2026 previa R$ 75 milhões líquidos (aproximadamente € 12,5 milhões) com a negociação de direitos federativos de atletas na primeira janela de transferências. A Administração optou por postergar as operações em razão da priorização do desempenho esportivo na Copa Libertadores e da estratégia de valorização dos ativos. A expectativa da Administração é realizar, na janela do meio da temporada, cerca de € 25 milhões líquidos em negociações de direitos federativos, montante necessário para o cumprimento da meta orçamentária estabelecida para o exercício — esclareceu em parte do documento.
— Os itens abaixo, de natureza pontual e não contemplados na peça orçamentária, foram os principais responsáveis pela distorção observada na comparação entre o realizado e o orçado acumulado em março de 2026: premiação relativa à conquista da Copa do Brasil de 2025 ao elenco profissional, processada na folha de pagamento de janeiro de 2026 e liquidada de forma parcelada; tributos sobre a remessa internacional para liquidação da obrigação com o Club Santos Laguna referente à contratação do atleta Félix Torres (IRRF e IOF) — seguiu o clube.

Valores no Corinthians
O Corinthians encerrou o primeiro trimestre de 2026 com R$ 197,6 milhões em receita operacional líquida, que representa todo o dinheiro efetivamente gerado pelas atividades principais do clube, como patrocínios, bilheteria, direitos de transmissão e premiações esportivas, sem considerar deduções financeiras ou outros ajustes contábeis.
Dentro desse total, o principal impulsionador foi o setor de patrocínios e publicidade, com R$ 92,5 milhões. Na sequência aparecem os direitos de transmissão, com R$ 39,9 milhões, e a combinação entre bilheteria e Fiel Torcedor, que somou R$ 39,1 milhões. O clube ainda registrou R$ 15,1 milhões em premiações esportivas e R$ 13,4 milhões vindos de sócios e mensalidades.
Do outro lado, as despesas chegaram a R$ 202,1 milhões, resultando em um déficit de aproximadamente R$ 4,5 milhões no período. O maior peso ficou nos gastos com pessoal, que atingiram R$ 149,2 milhões, seguidos por R$ 32,6 milhões em materiais e serviços esportivos e R$ 13,3 milhões em despesas gerais e administrativas.
Corinthians – 1º trimestre de 2026
Receita operacional líquida
• Patrocínios e publicidade: R$ 92,5 milhões
• Direitos de transmissão: R$ 39,9 milhões
• Bilheteria e Fiel Torcedor: R$ 39,1 milhões
• Premiações esportivas: R$ 15,1 milhões
• Sócios e mensalidades: R$ 13,4 milhões
Total: R$ 197,6 milhões
Despesas
• Gastos com pessoal: R$ 149,2 milhões
• Materiais e serviços esportivos: R$ 32,6 milhões
• Despesas gerais e administrativas: R$ 13,3 milhões
Total: R$ 202,1 milhões
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