RADAR/LANCE!
30/11/2015
17:08
Auckland (Nova Zelândia)

Morto no último dia 18 de novembro, a lenda neozelandesa do rúgbi Jonah Lomu recebeu uma linda homenagem em sua despedida. O caixão com o corpo do ex-jogador foi colocado no gramado do Eden Park, em Auckland, em cerimônia que contou com cerca de 8 mil torcedores. No local onde ele defendeu muitas vezes a seleção da Nova Zelândia na década de 90, ex-companheiros de seleção e atuais jogadores do time fizeram a tradicional dança maóri haka. O velório dele será nesta terça-feira, em cerimônia privada para a família.

Os filhos de Lumu, Brayley, de seis anos, e Dhyreille, de cinco, também estiveram na homenagem ao pai. A viúva Nadine soltou uma pompa. O primeiro-ministro da Nova Zelândia não pode comparecer por conta da COP-21 (Conferência do Clima), em Paris. Porém, ele mandou uma mensagem de condolências por vídeo.

Considerado o Pelé do rúgbi, Jonah Lomu tinha 40 anos e sofria com uma rara doença nos rins desde 1995. Ele parou de jogar em 2002 e faleceu subitamente, em casa, na manhã do dia 18.

Lomu foi grande figura da seleção neozelandesa de rúgbi na década de 1990. Era chamado de a primeira grande estrela do esporte e foi o principal jogador dos mundiais de 1995 e 1999, ainda que jamais tenha levado a taça. Ainda assim, foi considerado o maior jogador a atuar em uma Copa do Mundo. Ao todo, vestiu a camisa negra 63 vezes, marcando 185 pontos em 37 tries. Em 2007, foi indicado para o Hall da Fama Internacional do esporte. Mais tarde, em 2011, foi elevado ao Hall da Fama Mundial do Rúgbi.