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Confira as novas regras do vôlei que serão testadas pela FIVB em 2026

Novidades serão colocadas em prática na temporada de seleções

Rio de Janeiro (RJ)
Supervisionado porThiago Fernandes,
Dia 02/03/2026
14:40
Brasil e França no Mundial de vôlei (Foto: Divulgação Volleyball World)
imagem cameraBrasil e França no Mundial de vôlei (Foto: Divulgação Volleyball World)

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Os fãs de vôlei acompanharão um voleibol "diferente" em 2026. Isso porque a Federação Internacional de Vôlei (FIVB) oficializou as mudanças de regra que serão testadas ao longo de campeonatos de seleções realizados durante o ano. Segundo a entidade, as novidades serão implementadas e testadas, primeiramente, na Liga das Nações, no Campeonato Mundial sub-17 e nos torneios continentais.

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Em nota divulgada, a FIVB afirmou que "qualquer atualização de regra está sujeita à revisão durante as fases de testes". Para a organização, as novidades partem da proposta de "aprimorar o fluxo do jogo e simplificar as regras do voleibol, ao mesmo tempo que aumenta a compreensão e o envolvimento dos fãs".

Confira abaixo as propostas de regras para o vôlei:

  1. Dois toques: Continuarão sendo permitidos durante o levantamento, desde que a bola não passe para o outro lado da quadra;
  2. Condução: A entidade será mais rígida quanto à regra que impede os atletas de segurarem ou arremessarem a bola. Assim, o "toque-ataque" será proibido, e apenas largadas com as pontas dos dedos valerão;
  3. Número de relacionados: Cada equipe poderá inscrever de 12 a 14 jogadores por partida, com um líbero entre eles, obrigatoriamente. Antes, para inscrever 14 atletas, era necessário dois serem líberos. Os times terão até uma hora antes da partida para confirmar a lista de relacionados;
  4. Desafio no meio do rally: Não será mais possível parar o jogo no meio do rally. O técnico sinalizará o(s) lance(s) e terá a chance de ver no desafio apenas caso o time perca o ponto;
  5. Toque da bola no teto: Em caso da primeira ou segunda bola tocar o teto e voltar para a mesma quadra, o rally continua. Caso vá para o lado adversário, o lance é paralisado. Toques em câmeras do ginásio continuarão levando ao replay do ponto;
  6. Erro de rotação: Os jogadores poderão se movimentar após o início do movimento do sacador; antes mesmo dele tocar na bola;
  7. Interação entre árbitro e treinador: Os técnicos poderão ir até o primeiro árbitro para pedir esclarecimentos ou entender marcações. Protestos e reclamações seguem proibidos;
  8. Novo desafio: Bolas "raspando" na defesa e ações de recepção de saque passam a ser incluídas nas possibilidades de pedir desafio;
  9. Redução de paradas: Depois da resolução de um desafio, o técnico que solicitou não poderá pedir tempo técnico;
  10. Mudança no protocolo de aquecimento: Cada time terá direito a 90 segundos de aquecimento de saque sem a presença dos adversários na quadra. O intuito da medida é preservar a segurança dos atletas;
  11. Número de substituições: Cada time poderá mexer oito vezes por set, ao invés de seis;
  12. Uso do apito do árbitro: O árbitro não precisará apitar nos seguintes casos: bola cair claramente fora da quadra, saque ficar na rede, bola ir nitidamente para fora após toque no bloqueio.
Brasil enfrentou a Ucrânia, neste sábado (14), pela VNL (Foto: Divulgação/CBV)
Brasil em ação na VNL 2025 (Foto: Divulgação/CBV)

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