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Reforma do estatuto do Vasco propõe remuneração de dirigentes e maior abertura da SAF

Projeto também prevê redução da participação mínima do clube na SAF

Pedro Cobalea
Rio de Janeiro (RJ)
Dia 02/05/2026
11:35
Pedrinho Coletiva Vasco
imagem cameraPedrinho em coletiva do Vasco (Foto: Divulgação/Vasco)

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O Vasco deu mais um passo rumo a mudanças estruturais importantes. Um grupo de conselheiros, incluindo membros da situação e da oposição, apresentou uma proposta de reforma do estatuto que pode alterar significativamente a governança do clube e sua relação com a Sociedade Anônima do Futebol (SAF).

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O texto, que começou a ser elaborado no ano passado, foi distribuído recentemente a beneméritos, vice-presidentes e demais sócios. A data da votação ainda não foi definida.

Mais ações da SAF à venda

Um dos pontos centrais da proposta é a redução da participação mínima do clube associativo na SAF. Atualmente fixada em 20%, ela passaria a ser de 10%. Na prática, isso permitiria ao Vasco vender até 90% das ações do futebol a investidores, ampliando as possibilidades de negociação — inclusive em conversas já avançadas com o empresário Marcos Lamacchia.

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Fim da quarentena para dirigentes

Outra mudança relevante é o fim da chamada "quarentena". Pela regra atual, dirigentes do clube precisam aguardar cinco anos após deixar seus cargos para assumir funções remuneradas na SAF. A proposta elimina essa exigência, permitindo a transição imediata entre o associativo e a empresa.

Vasco vence o Olimpia com autoridade e assume a liderança do grupo na Sul-Americana (Foto: Matheus Lima/Vasco)
Vasco vence o Olimpia com autoridade e assume a liderança do grupo na Sul-Americana (Foto: Matheus Lima/Vasco)

Remuneração para cargos diretivos

O projeto também abre a possibilidade de remuneração para dirigentes, incluindo o presidente e vice-presidentes. Hoje, esses cargos não são pagos. Caso aprovado, o pagamento será condicionado à dedicação exclusiva e à previsão no orçamento anual.

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Os limites propostos são:

  • Presidente: até 80% do teto do funcionalismo público federal (atualmente cerca de R$ 46 mil)
  • 1º e 2º vice-presidentes gerais: até 60% do teto
  • Vice-presidentes administrativos: até 50% do teto
  • O atual presidente, Pedrinho, ocupa o cargo sem remuneração.

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