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Werdum analisa Belfort x Weidman e diz o que faltou ao brasileiro: 'TRT'

Dia 01/03/2016
01:04

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O UFC 188, que acontece neste sábado, na Cidade do México, volta a concentrar as atenções dos torcedores brasileiros para dentro do octógono. Isto porque Fabricio Werdum é a nova esperança de título para o país na maior organização de MMA do mundo. O gaúcho, na verdade, já detém o cinturão interino dos pesados, mas terá que encararCain Velásquez, o campeão absoluto, para garantir o posto de rei da divisão. E depois de ver Vitor Belfort sucumbir ao talento de Chris Weidman, na edição 187, em maio, Werdum avalia o que deve motivar o povo tupiniquim a acreditar em mais uma conquista do Brasil no Ultimate.

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Em entrevista ao LANCE!, o gaúcho pede o apoio do público e diz que a crença na vitória dá força aos representantes do país em busca de mais um cinturão.

- Peço que acreditem mais nos atletas brasileiros. Sempre digo que tenho orgulho de dizer que sou gaúcho e represento o Brasil, como falei na última luta. Represento isso. Acreditem mais na galera, nos brasileiros, parem de falar só dos americanos. Levem fé na nossa chance, parem de criticar, isso dá força e mais fé para alcançarmos nossos objetivos - pediu o dono do cinturão interino dos pesados, em conversa por telefone.

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Menos de um mês após o último brasileiro falhar em sua chance, Fabricio avalia o que aconteceu na luta entre Belfort e Weidman, apontou a falta do TRT (Terapia de Reposição de Testorterona), usado por Vitor em suas últimas lutas e banido do esporte no ano passado, como um dos principais fatores.

- Não é exatamente o que faltou pro Vitor. O Weidman é um cara grande para categoria. É muito subestimado e mostrou que é o campeão. O Vitor mudou muito sem fazer o TRT. O TRT ajudava muito. Se eu pudesse, também faria, com certeza. O Vitor sentiu muito isso, estava muito acostumado a fazer o TRT, a comissão deu permissão, legalmente, mas estava sempre no TRT. Quando tiraram, ele sentiu muito a diferença do tabalho. Conseguiu dar uma blitz no começo, mas o Weidman se fechou bem e botou na hora certa para baixo. Ele conhece muito jiu-jitsu. Vitor não errou, mas Weidman foi melhor mesmo. O Vitor sentiu a pressão, falta de TRT e diferença de tamanho. Não treinou muito chão ali por baixo, não conseguiu fazer muito coisa ali, não se mexeu. Não deu muita ênfase nessa parte da guarda, de ficar se defendendo um pouco - analisou.

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