Situação das obras para a Rio-2016 não é alarmante, mas pede cuidados
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A situação não é desesperadora. A três anos do início dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, o Rio segue sua preparação com destaque em alguns pontos, mas deficitário em outros. O canteiro de obras que a cidade deveria ter se transformado em 2013 não virou realidade.
– Teremos as Olimpíadas realizadas no prazo, de maneira adequada e com os investimentos feitos para deixarem um grande legado – repete à exaustão o prefeito do Rio, Eduardo Paes.
E na tentativa de fazer com que o legado dos Jogos Rio-2016 seja o maior possível, a prefeitura do Rio elaborou instalações esportivas que receberam a denominação de nômades. São locais de competições que ao término das disputas vão virar bibliotecas, escolas ou teatros.
– Construir instalações provisórias diminuem o custo dos Jogos. E, depois dos Jogos, pegar essas instalações e transformá-las em algo é qualificar o gasto público e aumentar o benefício para a população – disse a presidente da Empresa Olímpica Municipal (EOM), Maria Silvia Bastos Marques.
Um exemplo da arquitetura nômade é a Arena de Handebol que, ao término dos Jogos, será transformada em quatro escolas.
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