Sertanejo recebe faixa marrom de jiu-jitsu e vibra com UFC no Combate 3
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Especialista em muay thai, Felipe Sertanejo usou de suas potentes cotoveladas para vencer Godofredo Pepey por nocaute técnico no UFC Fortaleza, em junho. Mas, para chegar à posição de domínio e definir a luta, ele inverteu,surpreendentemente, uma montada de Pepey, campeão brasileiro de jiu-jitsu. O feito lhe rendeu a faixa marrom da arte suave, concedida há duas semanas pelo mestre Barbosinha.
Sertanejo, de apenas 25 anos, pretende usar a graduação recebida como motivação extra para seu próximo desafio, contra Kevin Souza, no UFC Fight Night 28, em Belo Horizonte, no dia 4 de setembro.
- Tenho minha base no muay thai, foi com a trocação que consegui a maior parte das minhas vitórias e me tornei reconhecido no esporte. Mas, como praticante de artes marciais mistas, sonho dominar todos as artes, e me aproximar da faixa preta de jiu-jitsu é uma honra e uma expectativa grande. Foi um dos momentos mais especiais da minha carreira receber a marrom do Barbosa. Contra o Pepey coloquei meus treinos em prática e contra o Kevin, se precisar, vou usar o jiu-jitsu de novo - afirma o atleta.
Originalmente, a luta de Felipe Sertanejo no UFC seria contra Sam Sicilia. No entanto, o americano se retirou do card por motivo ainda não informado pela organização, dando lugar a Edmilson "Kevin" Souza, adversário que Sertanejo conhece bem mais do que o de costume.
- O Kevin tem um jogo bem chato, é comprido, então o que estou mudando é o treino voltado para envergadura. Sei também que é uma luta perigosa, e apesar de não ter o costume de ver luta de adversário, eu vi uma dele ao vivo e percebi que é um cara duro. As outras não vi, não sei e nem quero saber. O que vier (de adversário) é lucro, sou funcionário do UFC e aceito qualquer luta - analisa.
Antes do UFC em Fortaleza, Felipe Sertanejo amargou um período de quase um ano sem entrar no octógono, por conta de lesões, cirurgias e recuperações. Agora ele comemora o ritmo intenso de treinos e combate que lhe serão proporcionados ao ser escalado para lutar novamente num período de três meses.
- Sempre quis lutar rápido. Falei com pessoal do UFC logo depois de Fortaleza que aceitaria na hora qualquer confronto, já que não me machuquei. Logo que você termina uma luta é melhor primeiro se cuidar, mas como não lesionei, voltei aos treinos e pedi uma nova chance. Não gosto de tirar férias, gosto de treinar, se não fico sem fazer nada da vida (risos) - comenta o paulista.
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