Roger explica declaração: 'O juiz sente a pressão'

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O armador Roger, que já ganhou um título brasileiro pelo Corinthians, analisou a situação da arbitragem para o time paulista. Depois do jogo no qual o Cruzeiro perdeu no sábado, com pênalti duvidoso de Gil e Ronaldo, ele afirmou: "Já joguei lá e sei como é". Nesta terça-feira, ele se explicou.
– Eu joguei três anos lá e sei que, se chegar mais forte no juiz, ele não vai dar cartão, todo lance duvidoso é para o Corinthians. Está jogando em casa, está com seu torcedor, com toda pressão externa que o Corinthians tem. O Corinthians tem força de torcida e de mídia – disse.
De acordo com Roger, os juízes tremem diante do Corinthians:
- Eu fiz parte daquele grupo, joguei três anos no Corinthians, sei quando é jogo de decisão, quando tem 45 mil pessoas no Pacaembu, o juiz entra tremendo. E o jogador fala diferente, chega botando pressão e eles têm medo, ainda mais árbitro que não tem muita experiência. Ele (Sandro Meira Ricci) está esperando qualquer lance para definir a partida.
Roger: 'Não falei nada diferente do que acontece'
Mesmo que fosse outro clube além do Cruzeiro, de acordo com Roger, aconteceria o mesmo no Pacaembu.
- Num jogo decisivo, parece que tudo conspira para o Corinthians. É uma força externa muito grande, torcida muito forte, força de mídia enorme, que infelizmente a gente não tem aqui no estado de Minas. Cruzeiro e Atlético são fortes em Minas e nacionalmente não temos essa força que o Corinthians tem. Não estou dizendo que o árbitro foi mal intencionado, que há esquema por debaixo dos panos, mas o árbitro entra já com medo do jogo, tremendo, sabendo que qualquer lance ele vai tomar partido para o time da casa - disse o armador.
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