Receita do Fielzão será destinada para pagar dívida, diz jornal

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Depois de o Governo do Estado de São Paulo admitir a injeçãoo de dinheiro público (até R$ 70 milhões) para a construção do estádio do Corinthians, na Zona Leste da capital, foi confirmado que a receita da venda de naming rights, camarotes e outros espaços servirá para pagar o empréstimo de R$ 400 milhões, que será contraído junto ao BNDES.
A quantia que será emprestada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) ao fundo imobiliário que entrará como garantidor da operação será pago por meio das rendas do estádio. Como o presidente Andrés Sanchez já havia comentado em ocasiões anteriores, a quantia nem passará pelos cofres do clube, de acordo com a publicação desta quinta-feira da "Folha de S. Paulo".
Entre as receitas estão incluídos camarotes e direito sobre o nome do estádio (naming rights). O clube terá até dez anos para quitar a dívida, com juros de 11% anualmente.
- O fundo será detentor do terreno, de direitos e receitas do empreendimento - afirmou Carlos Armando Paschoal, diretor da Odebrecht Participações em São Paulo.
O diretor de marketing do Corinthians, Luis Paulo Resenberg, acredita que os valores serão facilmente pagos pelo clube.
- Temos certeza que vamos ganhar R$ 120 milhões. Dá para pagar R$ 45 milhões de parcela por ano e sobra para o clube - declarou.
No entanto, a empreiteira Odebrech alega que o lucro não irá para o Corinthians, mas sim para o fundo investidor, tido como o sócio principal.
- A direção do fundo pode destinar o dinheiro para o Corinthians se houver um acúmulo significativo (de recursos) - afirmou Paschoal.
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