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Oito meses depois, Fluminense mostra que vai bem sem Unimed

Dia 01/03/2016
01:07

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Quando o Fluminense anunciou o fim da parceria com a Unimed-Rio, no dia 10 de dezembro de 2014, diversas interrogações se criaram na cabeça dos tricolores. Como o clube caminharia sem o investimento da parceira? Como a diretoria vai manter jogadores do nível de Fred, Diego Cavalieri e Jean? Será que contratações de peso serão feitas? O time vai disputar títulos? Oito meses depois, a contratação de Ronaldinho Gaúcho e a ótima campanha no Campeonato Brasileiro mostram que o Tricolo vai muito bem, obrigado.

A primeira mostra de força foi conseguir um novo patrocinador master, pouco depois, outros parceiros também chegaram. O dinheiro recebido é menor do que o investido pela Unimed, mas está dentro da média que os grandes brasileiros recebem. Aos poucos, jogadores como Diego Cavalieri e Fred renovaram seus contrataos. Mas nem tudo foi fácil. Nomes como Cícero, Conca e Walter deixaram o clube.

As contratações para o Estadual foram modestas. O momento era mais de arrumar a casa. Aos poucos, esses jogadores ganharam confiança e alguns deles conquistaram a torcida. Para o Brasileirão, nomes mais "cascudos" como Pierre, Antonio Carlos e por último, Ronaldinho, puderam chegar.

Sem a intervenção de Celson Barros, que não tinha bom relacionamento com Peter Siemsen, a diretoria passou a ter mais autonomia na hora de tomar decisões. Fora de campo, o tão sonhado projeto do Centro de Treinamento (promessa de campanha do presidente para este mandato) saiu do papel.

Se o torcedor tinha muitas dúvidas após os 15 anos de investimento pela empresa de planos de saúde, o time vem respondendo dentro de campo que o clube segue forte.

CELSO PODE SER CANDIDATO EM 2016


Celso Barros e Peter Siemsen: relação nunca foi das melhores


Nos últimos 15 anos, o nome de Celso Barros esteve constantemente no noticiário do Fluminense. Presidente da Unimed-Rio, foi ele o responsável por contratações de peso como Romário, Edmundo, Deco, Conca e Fred, por exemplo. Desde dezembro, quando acabou a parceria, Celso não faz mais parte do dia a dia na tomada de decisões importantes do clube, mas nem por isso deixa de atuar nos bastidores políticos.

No ano que vem, uma nova eleição para a presidência do Fluminense será realizada. O atual mandatário, Peter Siemsen, não vai se candidatar e deve apoiar o vice de futebol Mário Bittencourt, que planeja concorrer ao cargo. O seu grande adversário pode ser Celso Barros, que também estuda esta possibilidade. Existe a chance de Barros apoiar alguma chapa, que seria liderada por Sandro Lima, o Sandrão.

Cabe ressaltar que a próxima eleição no Fluminense será decidida pelos torcedores, já que quem faz parte do programa Sócio Futebol tem direito a voto. Será a maior quantidade de eleitores da história do clube e os dois nomes contam com a simpatia dos torcedores.

 

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