Nuzman defende demissões e não vê imagem do país arranhada

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Em sua primeira aparição pública desde que o escândalo do furto de documentos do Comitê Organizador dos Jogos de Londres (Locog) veio à tona na última quinta-feira, o presidente do Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, defendeu a demissão dos funcionários e afirmou que a imagem do país não ficou arranhada no cenário internacional.
– O episódio não afetou a imagem do país. Muitas vezes temos de superar questões internas ou externas. O comitê londrino enviou uma carta na qual exalta que nossa relação não foi afetada e a colaboração continuará. Mas diante de tudo que aconteceu, entendemos que a demissão foi o melhor caminho. Entendemos que houve uma quebra de confiança – afirmou Nuzman em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira.
Nuzman explica vazamento dos documentos oficiais
Durante a entrevista, o diretor geral do Rio-2016, Leonardo Gryner, informou ainda que foram nove os funcionários demitidos e não dez, como havia sido divulgado anteriormente.
De acordo com o dirigente, um dos funcionários que integravam o programa Secondment (no qual os profissionais brasileiros trabalhavam como se fossem efetivos do Comitê dos Jogos de Londres-2012) teve autorização de seu supervisor britânico para copiar os arquivos.
– Foram nove pessoas que não trabalharam de forma orquestrada e não se falavam entre elas. Os funcionários estavam em funções variadas e departamentos diferenciados. O Locog não classificou como furto nem roubo – afirmou.
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