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'Massagista só se salvou porque corre maratona', diz cartola da Aparecidense


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A desenvoltura com a qual o massagista Esquerdinha, da Aparecidense, correu para fugir da surra de jogadores e funcionários do Tupi, no duelo que eliminou os mineiros da Série D do Brasileirão, tem uma explicação.

- Ele só se salvou porque corre maratona. Ele me contou quando conversamos. O massagista faz faculdade de Educação Física, tem preparo - contou ao LANCE!Net o diretor de futebol do time goiano, João Rodrigues, o Cocá.

Esquerdinha aprontou no jogo de sábado e quase apanhou porque invadiu o campo aos 44 minutos do segundo tempo e tirou, em cima da linha, o que seria o terceiro gol do Tupi no jogo, tento que classificaria o Galo Carijó às quartas de final da Quarta Divisão.

- Esquerdinha está conosco desde o começo do ano. Ele me contou que fez aquilo por instinto. Como eu estava na arquibancada, não vi direito o lance. Ao chegar ao vestiário, já encontrei nosso massagista escondido em um baú - completou o dirigente.

Para sair do estádio, a Aparecidense precisou de um aparato policial, já que os torcedores do Tupi estavam revoltados com o ocorrido. Muitos queriam atacar a delegação com pedras. A estratégia para voltar para casa foi sair logo às 6h, escoltado, e pegar o caminho para o Rio. Da Cidade Maravilhosa, a delegação voltou a Goiás. Inteira e classificada.

Mas o Tupi diz que a eliminatória não está decidida, prometendo acionar o STJD para anular o jogo. A Aparecidense está tranquila.

- Conversamos com especialistas em direito desportivo e todos nos deram tranquilidade. Não foi correto o que o massagista fez, mas ele é corpo estranho em campo. Não mandamos ele fazer isso e por isso não podemos pagar - finalizou João Rodrigues.

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