Lateral do Atlético Sorocaba vai rever o Timão, Tite e a Fiel no Pacaembu

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Sair dos vestiários do Pacaembu e encontrar a Fiel nas arquibancadas não é grande novidade para Edson. A sua primeira vez do outro lado, agora acrescendo o sobrenome Sitta, no entanto, acontece neste domingo, vestindo as cores do Atlético Sorocaba. Com 29 anos, ele vai reencontrar o Timão, clube que o formou, e o treinador que lhe deu a primeira chance no futebol profissional.
– É a primeira vez que eu encontro o Corinthians desde que saí, em 2007. Sou muito grato à instituição, por ter feito o que fez na minha vida. Me formei homem e cidadão lá dentro – disse, ao LANCE!Net, lembrando de quando chegou às categorias de base, com 12 anos.
Apesar de não ter se firmado no Timão, Edson foi campeão Brasileiro em 2005 e da Copa São Paulo de 2004. Logo após o título de Juniores, ele foi puxado para o time de cima pelo atual comandante alvinegro, que lhe o bancou no clube.
– O Tite foi muito importante para mim. Agradeço por ele ter me dado a oportunidade de fazer partidas como profissional. Vendo o momento dele, só posso dizer que é muito meredor. Sempre foi trabalhador, um cara simples... – contou.
Em tempos de goleador no Paulistão – marcou cinco gols na competição –, o ex-corintiano é uma das armas do Atlético para terminar com honra a competição estadual.
Questionado se vai comemorar caso marque sobre o ex-clube, Edson diz que vai se controlar, mas que não vai deixar de fazer de tudo para balançar a rede. E os motivos são bons.
– Vou procurar fazer uma comemoração mais discreta. Se eu tiver chance, vou fazer. Tenho de levar o leite das pequenas, né? não tem jeito – brinca o pai de duas meninas, que, segundo ele, já parecem escolher o Timão para torcer no futuro.
Vai contrariar as herdeiras?
Bate-Bola
Edson Sitta
Lateral-direito do Atlético Sorocaba, ao LANCE!Net
Já parou para pensar como vai ser reencontrar o Corinthians e a torcida pela primeira vez?
Vai ser especial. Sou muito grato ao clube e à torcida. Foi um privilégio jogar lá por dois anos com o Pacaembu sempre cheio. A torcida sempre nos apoiou muito e ajudou a vencer muitos jogos. Vai ser muito emocionante.
Porque não se firmou por lá?
Acredito que foi um ciclo e ele terminou. Acabou o contrato. Tive felicidades lá, também ganhei uma Copinha, queria ter continuado, mas sou muito grato.
Jogou cinco anos em Portugal. Acompanha o clube por lá?
Sempre acompanhei pela televisão, mesmo jogando em Portugal. Fiquei muito contente com o título da Libertadores. Era um grande desejo da torcida.
E a família é alvinegra?
Minha esposa é corintiana. As duas pequenas também querem ser. É o que está parecendo. Vou deixá-las à vontade para escolher, mas pelo jeito que está indo, serão mais duas corintianas no futuro.
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