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Ex-jogador Demétrius é espião e assistente de Magnano

Magnano toma mate ao lado de amigo (Foto: Fábio Aleixo)
imagem cameraMagnano toma mate ao lado de amigo (Foto: Fábio Aleixo)
Dia 28/10/2015
05:35

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Olho na quadra, prancheta na mão, muitas anotações e poucas horas de sono. Assim tem sido a rotina de Demétrius Ferracíu em Mar del Plata. Presente na última aparição do Brasil em Olimpíada, em 1996,  o ex-armador trabalha atualmente como um dos assistentes técnicos de Rubén Magnano. Ele divide a função com José Neto e o argentino Fernando Duró, o braço direito do comandante da Seleção.

O trabalho de Demétrius consiste em analisar todas as jogadas dos rivais brasileiros e depois editar um vídeo com os pontos fortes e fracos de cada seleção. Para isso, teve de aprender em um programa especial de edição, mas ele garante que hoje em dia está mais acostumado e não tem tantas dificuldades. O VT de cada jogo é fornecido às comissões técnica pela Federação Internacional de Basquete (Fiba).

Esta é a primeira experiência do ex-armador como assistente. Até então, só havia trabalhado fora da quadra como técnico, no Limeira e na Seleção Brasileira Sub-17.

É um trabalho diferente do que faço em Limeira, pois lá a maioria das informações vem prontas e aqui tenho de prepará-las para o Rubén dar a preleção, mas está sendo uma boa experiência e ajudará no meu crescimento na profissão ­ afirmou Demétrius.

A realidade atual de uma comissão técnica é bem distinta da época em que Demétrius atuava como jogador. Nos Jogos de Atlanta, por exemplo, não havia tanto assistentes assim para ajudar o técnico Ary Vidal.

Quando comecei na Seleção, em 1993, não havia nada disso. Este trabalho de vídeo, de uma análise mais profunda do adversário. Quem introduziu isso foi o Lula (Ferreira), quando assumiu a equipe (em 2003) – afirmou Demétrius.
Em sua terceira experiência em um Pré-Olímpico (sendo duas como jogador, em 1999 e 2003), o ex-armador mostra confiança na quebra de um jejum que poderá completar 16 anos em 2012.

Nosso grupo está muito fechado e unido. Claro que isso não garante nada, mas se colocarmos em prática o que temos feito nos treinamentos, com certeza conseguiremos a classificação – completou.

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