Ídolos do Flu comparecem ao velório de Pinheiro
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Na tarde chuvosa desta quarta-feira, o Fluminense se despediu de um dos seus maiores ídolos. O ex-zagueiro Pinheiro, morto na noite da última terça com falência múltipla dos órgãos devido a um câncer, foi velado no Salão Nobre da sede das Laranjeiras, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele tinha 79 anos. Em volta do caixão de Pinheiro, três dos mais importantes títulos conquistados por ele. A Copa Rio de 1952 e os Estaduais de 1951 e 1959.
Diversos personagens da História tricolor compareceram ao local para dar um último adeus ao também ex-técnico do clube. Nomes como Rubens Galaxe, Delei, Altair, Jair Marinho, Nelson Rodrigues Filho e os irmãos Pedro e Alberto Bial compareceram ao local e contaram histórias sobre o segundo jogador com mais partidas na História do Flu, 603 no total.
- No Maracanã, quando o Fluminense tinha um pênalti a seu favor, meu pai gritava "Pinheiro, Pinheiro", chamando ele para bater a penalidade. Os torcedores faziam isso. Ele sempre foi uma pessoa muito carinhosa. Não me chamava de Bial, me chamava de Birão. O filho dele me contou que já no final da vida, ele olhava para a televisão e falava: "Bial", e a lágrima caía. O filho dele perguntava qual e ele dizia: "os dois". Essa é a importância que ele tem na minha vida. O Fluminense não seria o que é hoje se não fosse o Pinheiro - disse um emocionado Alberto Bial, que recentemente deixou o comando do time de basquete de Joinville.
O enterro de Pinheiro será realizado na próxima quinta, às 11h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, Zona Oeste da cidade.
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