Para ídolo Basílio, Libertadores era um 'torneiozinho'

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Fazer o gol do título paulista de 1977 e tirar o Timão da seca de 22 anos era muito mais do que Basílio imaginava para si naquele histórico 9 de outubro, no Morumbi, diante da Ponte Preta. Agora, às vésperas da estreia do Corinthians na Libertadores (nesta quarta-feira, contra o Deportivo Táchira), o ex-meia admite que teria desejos maiores se pudesse voltar no tempo.
- Se soubesse que a Libertadores iria ter esse "glamour", com certeza iria dar a vida para ganhá-la. Naquela época era considerada um torneiozinho - lembra o ídolo da Fiel, ao LNET!.
Mas a culpa pelo desleixo com o qual o Alvinegro disputou a Liberta daquele ano, quando foi eliminado na primeira fase, ele atribui não só aos jogadores, mas aos dirigentes e à comissão técnica.
- E não era só no Corinthians. Para todos os times do Brasil, Libertadores não tinha esse peso. Era torneiozinho mesmo. Queríamos muito mais Brasileiros e Estaduais.
Bate-Bola
Como herói do título de 1977, quem você indica para candidato a herói da Libertadores?
Vou indicar o Emerson, pelo pé-de-coelho que já mostrou ter e pelo que está representando e jogando pelo Corinthians. Ele mostra o que nós, corintianos, gostamos. Tem uma raça incrível. Ele merece.
Você acha que esse grupo tem condições de chegar ao título?
Por incrível que pareça, com esse time o Corinthians vai chegar e surpreender. Porque é um grupo humilde, mas com a identidade que o corintiano precisa.
Como é lembrar daquela Libertadores de 1977?
Não é uma lembrança gostosa, porque notávamos que dirigentes e comissão técnica não estavam voltados à Libertadores.
Memória (curiosidades da campanha de 1977)
- A curiosidade maior da Libertadores foi o jogo contra o Deportivo Cuenca, no Equador. O goleiro foi o bater tiro de meta, a bola bateu nas costas do Palhinha e entrou. Terminou 2 a 1 para eles - afirma Basílio.
Dica do heroi
- Tem que continuar sem grandes estrelas. Você vê a cobrança, a liderança muito importante do Tite. Levou o Corinthians à conquista do Brasileiro, depois de muita pressão pós-eliminação para o Tolima. É um time coeso, que vibra. Do jeito da Libertadores.
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