Grêmio finalmente embarca rumo a São Paulo
- Matéria
- Mais Notícias
Durante a semana, chamou a atenção no Estádio Olímpico a cumplicidade de Renato Gaúcho com o grupo de jogadores. Antes de testar o esquema tático em treinamento, o comandante gremista conversou com os mais experientes do elenco para saber o que eles pensavam. Nada mais justo, segundo o técnico.
Claro, a hierarquia não é nunca afetada. Quem decide é o técnico, e isso não muda. Mas ouvir os jogadores é uma tática para entender se os jogadores irão se adequar à suas ideias. Foi o caso da mudança de esquema.
- A palavra final é sempre do treinador, mas não vejo problema algum conversar com os cascudos, ver o que eles têm a dizer, nada mais justo que trocar uma ideia para saber se se adaptaram, se sentiram dificuldades. Cada treinador tem sua maneira de trabalhar, a minha é essa – explicou Renato Gaúcho.
O Grêmio é comparado com uma família pelo técnico. As diversas opiniões aumentam a chance de não acontecer erro no time. Mas Renato insiste em lembrar que o comando sobre o elenco e o time é dele. E compara com a sua época, onde poucos treinador tinham essa abertura.
- Na minha época era difícil ver um treinador conversar, trocar ideias com o grupo. Isso não quer dizer que os jogadores vão mandar na equipe, pelo contrário, é um momento de humildade do treinador. Quatro, cinco cabeças pensam bem melhor que uma. É um exemplo que dou de família, qual o problema de os filhos se reunirem com os pais e verem o que é melhor? Todo mundo tem o direito de expor sua opinião, se eu dou essa abertura, é porque confio neles – disse Renato.
A mudança de esquema para o 4-4-1-1 em linha passou pela conversa com os jogadores. Resta saber que se o Grêmio vai utilizá-lo no jogo com o São Paulo, às 18h30, no sábado.
- Matéria
- Mais Notícias















