Fernandão livra Inter de saia-justa na Copa Audi
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Por poucas horas, o Inter não passou por uma saia-justa em Munique. A troca no comando do Inter faria o clube ter um problema com a organização da Copa Audi, a ser disputada na terça e quarta-feira. Era exigência para os clubes levar a um evento organizado para os clubes participantes um ídolo. O do Inter seria Falcão até a última segunda-feira.
Só que a demissão do treinador traria um problema grande para suprir a vaga não só no comando do time, mas também no evento. Horas depois, confirmada na terça-feira, a contratação de Fernandão terminou com a dúvida de quem ocuparia o posto.
Na história recente do Inter, Fernandão é o maior ídolo do clube. Além de levantar a Libertadores de 2006 e o Mundial, o ex-atacante era capitão e líder de um vestiário que colocou o Inter na rota internacional de títulos. Enfrentará o Barcelona pela segunda vez na carreira, agora como dirigente.
Por outro lado, Falcão é o maior ídolo da história do Inter. Sua saída causou indignação na torcida colorada, que queria ver o tricampeão brasileiro no comando do time. Cria das categorias de base, o ex-volante participou da construção do estádio Beira-Rio, ao levar tijolos e cimentos com o pai. Esteve presente no tri do Brasileiro em 75, 76 e 79. Bateu na trave na Libertadores de 80.
A mudança no comando técnico do time e na diretoria também forçou uma modificação no material de imprensa que o clube irá entregar, que, por sorte, não havia sido impresso. As fotos de Falcão e Roberto Siegmann, vice de futebol demitido, foram substituídas pelas de Osmar Loss e Luís Anápio Gomes, técnico interino e novo vice de futebol, respectivamente.
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